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Santo Alberto de Jerusalém, Legislador da Ordem Carmelita – 17 de Setembro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Santo Alberto de Jerusalém, Legislador da Ordem Carmelita


– 17 de Setembro -

 

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Santo Alberto nasceu na cidade de Castel Gualtieri, (Itália), por volta do ano 1149. Entrou para os Cónegos Regulares de Santa Cruz, vindo a ser Prior Geral da Congregação. Foi depois bispo de Bobbio e Vercelli. A sua fama de santo tornava-o querido aos olhos dos papas, imperadores, reis, bispos e de todo o povo, que o venerava como santo que tinha o dom de estabelecer a paz entre os desavindos.


Por morte do Patriarca de Jerusalém, foram unânimes os bispos, príncipes e o povo, em escolher para bispo de Jerusalém Santo Alberto. O Papa teve que insistir muito para que aceitasse este cargo, que mais do que honra, era carga pesada, devido às dificuldades de toda a espécie, em que se encontrava o reino de Jerusalém.


Embarcou para a Terra Santa no ano 1205, sendo o seu Patriarca de 1206 a 1214. Chegado à Terra Santa, fixou residência na vertente do Monte Carmelo.


Brocardo, então prior dos carmelitas, pediu ao Patriarca Alberto que lhes desse uma norma de vida. De bom grado Santo Alberto a escreveu, insistindo sobretudo na meditação da Palavra de Deus para melhor servir Jesus Cristo, na oração, silêncio, mortificação e trabalho, tornando-se assim no Legislador da nossa Ordem. Por isso, e apesar de não ter sido carmelita, a Ordem do Carmo representa-o nas suas imagens vestido de carmelita e com a Regra na mão.


Quando, no dia 14 de Setembro de 1214, presidia em São João de Acre, aos pés do Carmelo, à procissão da Exaltação da Santa Cruz, foi barbaramente assassinado, apunhalado pelo Mestre do Hospital do Espírito Santo, a quem Santo Alberto havia repreendido e deposto do cargo devido à sua má vida.

 
Exaltação da Santa Cruz - 14 de Setembro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Exaltação da Santa Cruz - 14 de Setembro

 

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A 14 de Setembro a Igreja celebra a festa da Exaltação da Santa Cruz. Talvez alguma pessoa não cristã nos pergunte: porque «exaltar» a cruz? Podemos responder que não exaltamos uma cruz qualquer, ou todas as cruzes: exaltamos a Cruz de Jesus, porque nela se revelou ao máximo o amor de Deus pela humanidade. É o que nos recorda o Evangelho de João na liturgia de hoje: «Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna» (3, 16). O Pai «deu» o Filho para nos salvar, e isto significou a morte de Jesus, e morte de cruz. Porquê? Por que foi necessária a Cruz? Por causa da gravidade do mal que nos mantinha escravos. A Cruz de Jesus exprime as duas coisas: toda a força negativa do mal, e toda a mansidão omnipotente da misericórdia de Deus. A Cruz parece decretar a falência de Jesus, mas na realidade marca a vitória. No Calvário, quantos o escarneciam dizendo: «se és Filho de Deus desce da cruz» (cf. Mt 27, 40). Mas era verdade o contrário: precisamente porque era o Filho de Deus Jesus estava ali, na cruz, fiel até ao fim ao desígnio de amor do Pai. E precisamente por isto Deus «exaltou» Jesus (Fl 2, 9), conferindo-lhe uma realeza universal.


E quando dirigimos o olhar para a Cruz onde Jesus foi pregado, contemplamos o sinal do amor, do amor infinito de Deus por cada um de nós e a raiz da nossa salvação. Daquela Cruz brota a misericórdia do Pai que abraça o mundo inteiro. Por meio da Cruz de Cristo o maligno é vencido, a morte é derrotada, a vida é-nos doada, a esperança é-nos restituída. Isto é importante: por meio da Cruz de Cristo é-nos restituída a esperança. A Cruz de Jesus é a nossa única esperança verdadeira! Eis por que a Igreja «exalta» a santa Cruz, e eis por que nós cristãos abençoamos com o sinal da cruz. Ou seja, nós não exaltamos as cruzes, mas a Cruz gloriosa de Jesus, sinal do amor imenso de Deus, sinal da nossa salvação e caminho rumo à Ressurreição. E é esta a nossa esperança.

 

Papa Francisco

 
Oração para pedir a Beatificação da Irmã Lúcia, pastorinha de Fátima PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Oração para pedir a Beatificação da Irmã Lúcia, pastorinha de Fátima

 

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Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e Vos agradeço as aparições da Santíssima Virgem em Fátima para manifestar ao mundo as riquezas do seu Coração Imaculado. Pelos méritos infinitos do Santíssimo Coração de Jesus e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos que, se for para vossa maior glória e bem das nossas almas, Vos digneis glorificar, diante da Santa Igreja, a Irmã Lúcia, pastorinha de Fátima, concedendo-nos, por sua intercessão, a graça que Vos pedimos. Amem.

 

Pai-nosso. Avé Maria. Glória. 

[Com autorização eclesiástica]

 
A ciência dos santos: a humildade PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A ciência dos santos: a humildade


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A santidade não consiste só em rezar, nem em ter visões ou revelações, nem na ciência do bem falar, nem em trazer cilícios e fazer penitências. A santidade consiste em crescer na humildade. A humildade é a paz, é a rainha. A alma humilde é sempre feliz. Na luta e na provação humilha-se e pensa que merece ainda mais contradições. O que turva o coração é o orgulho. Um coração humilde é um vaso, um cálice que contém Deus. O Senhor ensina-nos que uma alma humilde, verdadeiramente humilde, fará milagres ainda maiores do que os que fizeram os antigos profetas… No paraíso as árvores mais formosas são as que mais pecaram mas serviram-se das suas miséria como as árvores se servem do estrume para crescer. No inferno encontram-se todas as virtudes menos a humildade, no paraíso encontram-se todos os defeitos menos o orgulho.

 

Santa Maria de Jesus Crucificado

 
Meu Senhor Jesus, sê misericordioso para comigo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Meu Senhor Jesus, sê misericordioso para comigo

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Meu Senhor Jesus, Tu cujo amor por mim foi suficientemente grande para Te fazer descer do céu para me salvar, querido Senhor, mostra-me o meu pecado, mostra-me a minha indignidade, ensina-me a arrepender-me sinceramente, perdoa-me na Tua misericórdia. Peço-Te, meu querido Salvador, que tomes posse da minha pessoa. Só o Teu perdão o pode fazer; não posso salvar-me sozinho; não sou capaz de recuperar o que perdi. Sem Ti, não posso voltar-me para Ti, nem agradar-Te. Se apenas contar com as minhas forças, irei de mal a pior, vou fraquejar completamente, vou endurecer por negligência. Farei de mim o centro de mim próprio, em vez de o fazer de Ti. Adorarei qualquer ídolo moldado por mim, em vez de Te adorar a Ti, o único verdadeiro Deus, o meu Criador, se não mo impedires com a Tua graça. Oh meu querido Senhor, escuta-me! Já vivi o suficiente neste estado: a pairar, indeciso e medíocre; quero ser o Teu fiel servidor, não quero pecar mais. Sê misericordioso para comigo, faz com que me seja possível, pela Tua graça, tornar-me naquilo que sei que devia ser. 

Beato John Henry Newman

 
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