Carmelo da Sagrada Família de Moncorvo - Faleceu a Irmã Maria do Imaculado Coração

 «Liberta já da vida mortal, contemplar-Vos-ei para sempre.»

Venho comunicar que no dia 12 de dezembro de 2024, foi chamada para a casa do Pai, ás bodas eternas, junto à Nossa Santíssima Mãe do Carmo, a nossa querida Irmã, Maria do Imaculado Coração.

Nasceu a 6 do setembro de 1935. Era natural de Azinhal-Almeida, da diocese da Guarda. Movida pelo zelo da salvação das almas, deixou casa, pai, mãe e irmãos, para se entregar a uma vida de sacrifício neste Carmelo da Sagrada Família. Foi das primeiras a entrar nesta fundação aos vinte e um anos. Nesse tempo, havia muita pobreza: uma casa sem luz, sem aquecimento, pouca roupa, pouca comida. Com a ajuda de Deus e de Nossa Santíssima Mãe, aguentou todas as provações pela salvação das almas.

A Irmã Maria do Imaculado Coração foi sempre muito obediente aos superiores e muito cumpridora da santa Regra e Constituições. Era muito trabalhadora. Nos trabalhos do campo e nos trabalhos domésticos, era muito mortificada.

Realizou vários serviços na Comunidade, de conselheira, sacristã, rodeira, e fazia os serviços externos. Era enfermeira da Comunidade, tratava as irmãs doentes com muito carinho.

No dia 18 de novembro de 2024, fraturou o fémur. Desde aí, ficou muito debilitada. Viveu com espírito de verdadeira entrega à Vontade de Deus. Sabendo que o Senhor a vinha buscar para Si, como ela mesma dizia, até que se fez realidade. O Senhor a acolheu em seus braços amorosos, para gozar da Páscoa Eterna, junto do Senhor e de Sua Santíssima Mãe e de todos os santos.

Descanse em paz e no gozo do Senhor. A nossa querida irmã, e interceda por nós e pelos nossos Carmelos, para que nos conceda novas e santas vocações.

Pedimos a todos orações pelo eterno descanso da sua alma.

O funeral será realizado pelo Senhor Bispo, D. Nuno de Almeida, no sábado, às 15h30.

Notícias do Vaticano

  • Leão XIV: testemunhemos o Evangelho com generosidade, a serviço dos mais pobres

    Ao venerar a relíquia do coração de Santa Francisca Xavier Cabrini, na Basílica que leva seu nome em Sant’Angelo Lodigiano, Leão XIV destaca a atualidade da mensagem da padroeira dos migrantes, que alcançava todos os lugares, desde os casebres até as prisões. Ele exorta os jovens a conhecerem os ideais da primeira santa canonizada dos Estados Unidos e cita seus escritos: “nenhuma terra é longe demais, nenhuma pessoa está ferida demais para o amor do Coração de Jesus”

    Leia tudo

     

  • O Papa em Pavia: a razão humana não se fecha na lógica do lucro ou do domínio

    Leão XIV chega à Praça da Vitória, após uma parada na Catedral, recebido com entusiasmo pelos fiéis. Em seu discurso aos cidadãos, ele lembra que Pavia é uma cidade próspera em bens e virtudes, e exorta a Igreja local a evangelizar como “fogo da fé e lar da caridade”. “A razão humana questiona e planeja — explica ele —, mas descobre novas maneiras de cuidar de si mesma e do mundo”

    Leia tudo

     

  • Leão XIV em Pavia: basta de palavras de ódio, de bullying, de guerra

    Ao chegar à Praça do Duomo, o Papa dirige algumas palavras às cerca de 1.500 pessoas que o aguardavam. Para saudá-lo, estavam alguns jovens do Grest e da comunidade peruana, entre eles uma menina que lhe fez perguntas, especialmente sobre a violência no mundo. Leão XIV exorta os fiéis de Pavia a serem “uma comunidade viva”, a se tornarem “construtores da paz e promotores da reconciliação”

    Leia tudo