Beato Tiago Retouret, presbítero e mártir
Memória facultativa: O. Carm.
O beato Tiago Retouret (1746-1794) faz parte de um grupo de 64 sacerdotes, representando 547 sacerdotes e religiosos que morreram amontoados como animais em dois navios de negreiros na pequena baía de Rochefort, diocese de La Rochelle (França) durante o período mais violento da Revolução francesa. Quando soube da nulidade do juramento da Constituição Civil do Clero, retractou oficialmente o seu assentimento, sendo por isso declarado inimigo do povo que tinha servido como frade observante e pregador no convento de Limoges. Depois de ter sofrido juntamente com os seus companheiros ultrajes, crueldades, privação de todo o conforto espiritual, atormentado especialmente pelo frio, “sofreu uma dolorosa ciática que por longo tempo pôs à prova a sua paciência; mas nunca perdeu a coragem” (testemunha ocular). Morreu, vitimado pela peste, no dia 26 de Agosto de 1794, e foi sepultado na ilha de Madame. Foi beatificado juntamente com os outros 63 companheiros de prisão por João Paulo II no dia 1 de Outubro de 1995.
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Na quarta década do histórico Dia de Oração pela Paz, convocado pelo Papa João Paulo II em 27 de outubro de 1986, o legado do "Espírito de Assis" abrange quatro pontificados. De João Paulo II, que aprofundou seu significado teológico, a Bento XVI, que abriu o diálogo com os não creem; de Francisco, que apelou à fraternidade, a Leão XIV, que convidou as religiões a redescobrirem em suas raízes um antídoto para o ódio e a violência.
O Departamento de Celebrações Litúrgicas Pontifícias anunciou nesta terça-feira (27/10) o calendário das cerimônias que serão presididas pelo Pontífice nos meses de novembro e dezembro: da missa pelos fiéis defuntos no Cemitério Verano, em 2 de novembro, ao ato de veneração da Imaculada Conceição na Praça de Espanha, em 8 de dezembro.
Após a conversa por telefone com o presidente Putin, em 16 de outubro, Leão XIV falou com Zelensky no dia 19 sobre a situação na cidade da região de Kherson, ocupada pelos russos, onde os habitantes estão no limite e todas as vias de fuga estão bloqueadas. O Pontífice pediu a colaboração de ambas as partes para garantir a chegada de ajuda e a evacuação “voluntária e segura” dos moradores.