Beata Josefa Naval Girbés, virgem secular
Memória facultativa: O.C.D. (fora de Portugal: 6 de Novembro)
Josefa Naval Girbés nasceu em Algemesí (Valência, Espanha) no dia 11 de Dezembro de 1820. Na sua adolescência consagrou-se ao Senhor com voto perpétuo de castidade. Percorreu o caminho da oração e da perfeição evangélica com uma vida de simplicidade e de ardente caridade. Dedicou-se com generosidade às obras de apostolado no ambiente da comunidade paroquial. Fez da sua casa uma oficina e uma escola de oração e de virtudes evangélicas, onde se formaram numerosas jovens e mulheres na sabedoria humana e espiritual. Foi membro da Ordem Terceira da Senhora do Carmo e de Santa Teresa de Jesus, professando íntima devoção à Virgem Mãe de Deus. Morreu piedosamente no dia 24 de Fevereiro de 1893, conservando-se o seu corpo na Igreja paroquial de S. Jaime, sua terra natal. Foi beatificada por João Paulo II a 29 de Setembro de 1988, sendo modelo de quem vive fortemente empenhado em ser testemunha não no claustro, mas no meio do mundo.
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A Verdade que recebemos é dom e responsabilidade, e ninguém a possui como quem guarda um cofre. Quando ela vira motivo para olhar de cima, deixa de ser reconhecida como verdade, porque a verdade cristã tem o rosto de quem lavou os pés dos discípulos.
Jornalista propõe reflexão sobre a morte e a busca pelo sentido da vida em seu segundo livro. Em A Morte é um Canto Gregoriano – É Preciso Entendê-la para não Temê-la, Caio Castro Lima discute sem tabu temas como saudade, perdão, luto e envelhecimento.