Beata Josefa Naval Girbés, virgem secular
Memória facultativa: O.C.D. (fora de Portugal: 6 de Novembro)
Josefa Naval Girbés nasceu em Algemesí (Valência, Espanha) no dia 11 de Dezembro de 1820. Na sua adolescência consagrou-se ao Senhor com voto perpétuo de castidade. Percorreu o caminho da oração e da perfeição evangélica com uma vida de simplicidade e de ardente caridade. Dedicou-se com generosidade às obras de apostolado no ambiente da comunidade paroquial. Fez da sua casa uma oficina e uma escola de oração e de virtudes evangélicas, onde se formaram numerosas jovens e mulheres na sabedoria humana e espiritual. Foi membro da Ordem Terceira da Senhora do Carmo e de Santa Teresa de Jesus, professando íntima devoção à Virgem Mãe de Deus. Morreu piedosamente no dia 24 de Fevereiro de 1893, conservando-se o seu corpo na Igreja paroquial de S. Jaime, sua terra natal. Foi beatificada por João Paulo II a 29 de Setembro de 1988, sendo modelo de quem vive fortemente empenhado em ser testemunha não no claustro, mas no meio do mundo.
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O Departamento de Celebrações Litúrgicas Pontifícias anunciou nesta terça-feira (27/10) o calendário das cerimônias que serão presididas pelo Pontífice nos meses de novembro e dezembro: da missa pelos fiéis defuntos no Cemitério Verano, em 2 de novembro, ao ato de veneração da Imaculada Conceição na Praça de Espanha, em 8 de dezembro.
Após a conversa por telefone com o presidente Putin, em 16 de outubro, Leão XIV falou com Zelensky no dia 19 sobre a situação na cidade da região de Kherson, ocupada pelos russos, onde os habitantes estão no limite e todas as vias de fuga estão bloqueadas. O Pontífice pediu a colaboração de ambas as partes para garantir a chegada de ajuda e a evacuação “voluntária e segura” dos moradores.
Para o novo Knesset, disputam-se o bloco da oposição, liderado pelo ex-chefe do Estado-Maior Eisenkot, e a coalizão de Netanyahu e dos partidos de extrema direita. As pesquisas, no momento, favorecem aqueles que defendem a mudança. A votação deste 27 de outubro, segundo muitos analistas, será “decisiva” para o país e para a estabilidade do Oriente Médio