B. Nuno de Santa Maria, religioso
Festa: O. Carm. - Memória: O.C.D. (fora de Portugal: 1 de Abril)
Nuno Álvares Pereira, fundador da Casa de Bragança, nasceu em Cernache do Bonjardim em 24 de Julho de 1360. Como Condestável do Reino de Portugal, foi militar invencível na guerra da independência; mas, vencendo-se a si mesmo, quando morreu a esposa, entrou em 1423 para a Ordem do Carmo, no convento de Lisboa por ele fundado. Quis ser simples donato, tomando o nome de Frei Nuno de Santa Maria. Morreu no mesmo convento no Domingo da Ressurreição de 1431 (1 de Abril), tendo dado a todos, durante a sua vida, um exemplo de oração, penitência, amor aos pobres e filial devoção a Nossa Senhora. O seu culto foi confirmado a 26 de Março de 1918 por Bento XV.
Fora de Portugal:
Beata Josefa Naval Girbés, virgem secular
Memória facultativa: O.C.D. (em Portugal: 25 de Setembro)
Textos no dia 25 de Setembro.
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Os verbos do Bom Pastor constituem uma verdadeira pedagogia da autoridade cristã: conhecer, escutar, chamar, conduzir, caminhar à frente, reunir, proteger, procurar e dar a vida. Mais do que funções, eles expressam atitudes relacionais que transformam o exercício da autoridade em serviço, cuidado e promoção da vida. Neles encontramos o retrato de uma liderança humana, evangélica e saudável, capaz de gerar confiança, comunhão e esperança.
O observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas, El-Kassis, em sua intervenção durante a reunião sobre armas convencionais autônomas na Assembleia Geral em Nova York, expressou “grande preocupação com a proliferação dessas armas”. Os vultosos recursos destinados às armas “comprometem a busca por uma paz justa e duradoura”. É, portanto, urgente redirecionar os investimentos para as necessidades daqueles que vivem em condições de pobreza
A etapa do Papa na cidade peruana nos Andes, a 3.400 metros acima do nível do mar, será rápida, mas intensa, como parte da sua viagem pela América Latina. O Pe. Walter Corsini, vigário-geral dos Missionários Servos dos Pobres: "a Igreja se preparou muito. Nos Andes, uma grande espiritualidade é atacada por um turismo muitas vezes invasivo. Parti há 30 anos como voluntário com muitos preconceitos, mas encontrei um ritmo lento e humano que vale a pena redescobrir".