Beato Francisco Palau y Quer de Jesus, Maria, José, presbítero
Memória facultativa: O.C.D. (O. Carm: 20 de Março)
Nasceu em Aytona (Lérida, Espanha) no dia 29 de Dezembro de 1811. Entrou para a Ordem dos Carmelitas Descalços aos 21 anos e ordenou-se sacerdote aos 25. Por motivo dos problemas da sua pátria, viu-se obrigado a viver exclaustrado e exilado. Ao regressar a Espanha em 1851 fundou em Barcelona «A Escola da Virtude», modelo de ensino catequético. Suprimida a escola e injustamente confinado a Ibiza (1854-1860), viveu na solidão de El Vedrá as vicissitudes da Igreja, imerso no seu mistério. Fundou nas ilhas Baleares as Congregações dos Irmãos e das Irmãs Carmelitas (1860-1861). Pregou missões populares e estendeu a devoção mariana por onde quer que passou. Morreu em Tarragona no dia 20 de Março de 1872 e foi beatificado por João Paulo II a 24 de Abril de 1988. O seu espírito intensamente contemplativo e o seu apostolado ardente nutrido por um amor inflamado à Igreja, fazem dele um modelo para os carmelitas hodiernos.
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Os verbos do Bom Pastor constituem uma verdadeira pedagogia da autoridade cristã: conhecer, escutar, chamar, conduzir, caminhar à frente, reunir, proteger, procurar e dar a vida. Mais do que funções, eles expressam atitudes relacionais que transformam o exercício da autoridade em serviço, cuidado e promoção da vida. Neles encontramos o retrato de uma liderança humana, evangélica e saudável, capaz de gerar confiança, comunhão e esperança.
O observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas, El-Kassis, em sua intervenção durante a reunião sobre armas convencionais autônomas na Assembleia Geral em Nova York, expressou “grande preocupação com a proliferação dessas armas”. Os vultosos recursos destinados às armas “comprometem a busca por uma paz justa e duradoura”. É, portanto, urgente redirecionar os investimentos para as necessidades daqueles que vivem em condições de pobreza
A etapa do Papa na cidade peruana nos Andes, a 3.400 metros acima do nível do mar, será rápida, mas intensa, como parte da sua viagem pela América Latina. O Pe. Walter Corsini, vigário-geral dos Missionários Servos dos Pobres: "a Igreja se preparou muito. Nos Andes, uma grande espiritualidade é atacada por um turismo muitas vezes invasivo. Parti há 30 anos como voluntário com muitos preconceitos, mas encontrei um ritmo lento e humano que vale a pena redescobrir".