Beata Maria da Encarnação, religiosa
Memória facultativa: O.C.D.
Nasceu em Paris no dia 1 de Fevereiro de 1566. Impedida de realizar a sua aspiração ao estado religioso, foi obrigada a casar-se aos dezasseis anos com Pierre Acarie. Mãe de sete filhos e esposa dedicada aos deveres familiares, santificou-se no meio das grandes dificuldades que atribularam o seu lar. Movida pela leitura das obras de S. Teresa, empenhou-se em introduzir em França o Carmelo Teresiano. Em 1603 conseguiu as devidas autorizações e construiu a primeira fundação para religiosas vindas de Espanha, entre as quais a Beata Ana de S. Bartolomeu e Ana de Jesus. Esta obra mereceu-lhe o título de «Mãe e Fundadora do Carmelo em França». Em 1614, um ano após a morte do seu marido, entrou também ela para o Carmelo de Amiens, onde se distinguiu pelo espírito de oração e no zelo pela propagação da fé. Morreu no Carmelo de Pontoise em 18 de Abril de 1618. Foi beatificada por Pio VI no dia 5 de Junho de 1791.
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O Papa manifestou a necessidade de criar instituições internacionais capazes de colocar em prática princípios éticos que orientem o desenvolvimento da inteligência artificial. E proibir armas autônomas letais, reiterando que a IA deve ser "desarmada".
Realizou-se no arquipélago o quarto encontro promovido pela União Mundial das Organizações Femininas Católicas. Mais de noventa participantes, provenientes de 34 países e regiões do mundo, debateram o papel das mulheres na construção da paz, na defesa da dignidade humana e na reconciliação das comunidades marcadas por conflitos
Por meio de uma medida aprovada pelo Papa Leão XIV, a Cúria Romana reforça as garantias nos processos disciplinares. Uma medida que reafirma a centralidade da dignidade da pessoa na organização do trabalho.