S. Pedro Tomás, Bispo
Festa: O. Carm. - Memória facultativa: O.C.D.
Nasceu em França, no Périgueux meridional, por volta de 1305. Entrou na Ordem Carmelita aos 20 anos. Tendo sido eleito em 1345 Procurador-Geral da Ordem junto da Cúria pontifícia em Avinhão e sido enviado como pregador apostólico, em 1354 foi nomeado bispo de Patti e Lipari. Transferido em 1359 para a sede de Corão (Moreia, Peleponeso) como Legado Pontifício para o Oriente, desempenhou as suas funções junto de Reis e Imperadores do tempo com o objectivo de consolidar a paz e promover a união com as Igrejas Orientais. Promovido a arcebispo de Creta em 1363, no ano seguinte foi nomeado Patriarca latino de Constantinopla. Os seus esforços em favor da unidade da Igreja fazem deste Santo uma figura ecuménica do séc. XIV. Morreu em Famagusta (Chipre) no dia 6 de Janeiro de 1366. O seu culto foi confirmado por Paulo V em 1609.
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Os verbos do Bom Pastor constituem uma verdadeira pedagogia da autoridade cristã: conhecer, escutar, chamar, conduzir, caminhar à frente, reunir, proteger, procurar e dar a vida. Mais do que funções, eles expressam atitudes relacionais que transformam o exercício da autoridade em serviço, cuidado e promoção da vida. Neles encontramos o retrato de uma liderança humana, evangélica e saudável, capaz de gerar confiança, comunhão e esperança.
O observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas, El-Kassis, em sua intervenção durante a reunião sobre armas convencionais autônomas na Assembleia Geral em Nova York, expressou “grande preocupação com a proliferação dessas armas”. Os vultosos recursos destinados às armas “comprometem a busca por uma paz justa e duradoura”. É, portanto, urgente redirecionar os investimentos para as necessidades daqueles que vivem em condições de pobreza
A etapa do Papa na cidade peruana nos Andes, a 3.400 metros acima do nível do mar, será rápida, mas intensa, como parte da sua viagem pela América Latina. O Pe. Walter Corsini, vigário-geral dos Missionários Servos dos Pobres: "a Igreja se preparou muito. Nos Andes, uma grande espiritualidade é atacada por um turismo muitas vezes invasivo. Parti há 30 anos como voluntário com muitos preconceitos, mas encontrei um ritmo lento e humano que vale a pena redescobrir".