solene comemoração da
bem-aventurada virgem Maria DO monte CARMelo
SOLENIDADE
A Ordem carmelita celebra hoje a solenidade da Virgem Maria, Mãe do Carmelo, a quem deve tudo o que é.
A Sagrada Escritura exalta a beleza do monte Carmelo, onde o profeta Elias, ardendo de zelo pelo Deus vivo, defendeu a pureza da fé de Israel. Neste monte, junto à fonte que tinha o nome do profeta, estabeleceram-se alguns eremitas nos finais do séc. XII, os quais, no início do século seguinte, tendo recebido de S. Alberto, Patriarca latino de Jerusalém, uma fórmula de vida, aí construíram um oratório dedicado à Mãe de Deus, ficando assim juridicamente constituídos com o título de “Santa Maria do Monte Carmelo”. Desde então experimentaram a protecção maternal da sua Senhora, a Virgem puríssima, a quem chamaram “Irmã”, primeiramente na prática da vida contemplativa e mais tarde no dom aos irmãos das riquezas recolhidas na íntima comunhão com Deus na prática da vida fraterna. Por isso começaram a intitular-se: “Irmãos de Santa Maria do Monte Carmelo”.
Esta invocação mariana, que exprime o conjunto dos benefícios recebidos da nossa Padroeira, começou a celebrar-se com toda a solenidade no séc. XIV em Inglaterra, expandindo-se rapidamente por toda a Ordem, até que, em 1606, Paulo V a reconheceu como festa principal da Confraria do Santo Escapulário e o Capítulo Geral de 1609 a declarou como sendo a festa principal e mais solene da Ordem.
Na 70ª Conferência Geral da AIEA, em Viena, o arcebispo Paul Richard Gallagher destacou a segurança nuclear, a proteção ambiental e a necessidade de colocar a inteligência artificial a serviço do bem comum
Concluída em 9 de setembro uma peregrinação ao Monte Atos, conduzida conjuntamente pelo vigário apostólico da Arábia do Norte, Berardi, e pelo metropolita greco-católico do Kuwait e de Bagdá, Hazim. A delegação, que também recebeu a bênção do patriarca ecumênico Bartolomeu, pode visitar 12 dos 20 mosteiros. “Uma viagem histórica”, afirmou o bispo Berardi.
O primeiro volume do fac-símile da Bíblia de Aquileia, precioso manuscrito medieval conservado na catedral de Gorizia, foi oferecido às Pontifícias Academias das Ciências e das Ciências Sociais. Até 2031, os cinco volumes da obra deverão ter sido reproduzidos. “Um patrimônio cultural que contribuiu para forjar a ideia da Europa”, afirma Dom Viganò. O projeto combina antigas técnicas artesanais com inovação digital.