solene comemoração da
bem-aventurada virgem Maria DO monte CARMelo
SOLENIDADE
A Ordem carmelita celebra hoje a solenidade da Virgem Maria, Mãe do Carmelo, a quem deve tudo o que é.
A Sagrada Escritura exalta a beleza do monte Carmelo, onde o profeta Elias, ardendo de zelo pelo Deus vivo, defendeu a pureza da fé de Israel. Neste monte, junto à fonte que tinha o nome do profeta, estabeleceram-se alguns eremitas nos finais do séc. XII, os quais, no início do século seguinte, tendo recebido de S. Alberto, Patriarca latino de Jerusalém, uma fórmula de vida, aí construíram um oratório dedicado à Mãe de Deus, ficando assim juridicamente constituídos com o título de “Santa Maria do Monte Carmelo”. Desde então experimentaram a protecção maternal da sua Senhora, a Virgem puríssima, a quem chamaram “Irmã”, primeiramente na prática da vida contemplativa e mais tarde no dom aos irmãos das riquezas recolhidas na íntima comunhão com Deus na prática da vida fraterna. Por isso começaram a intitular-se: “Irmãos de Santa Maria do Monte Carmelo”.
Esta invocação mariana, que exprime o conjunto dos benefícios recebidos da nossa Padroeira, começou a celebrar-se com toda a solenidade no séc. XIV em Inglaterra, expandindo-se rapidamente por toda a Ordem, até que, em 1606, Paulo V a reconheceu como festa principal da Confraria do Santo Escapulário e o Capítulo Geral de 1609 a declarou como sendo a festa principal e mais solene da Ordem.
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Sob o lema “Unidos na fé, comprometidos com a missão”, o Conselho Pastoral da Comunidade Cabo-verdiana de Brockton nos estados Unidos da américa traçou domingo 25/10, caminhos de Evangelização para 2026-2027, avançou o site da comunidade.
Os verbos do Bom Pastor constituem uma verdadeira pedagogia da autoridade cristã: conhecer, escutar, chamar, conduzir, caminhar à frente, reunir, proteger, procurar e dar a vida. Mais do que funções, eles expressam atitudes relacionais que transformam o exercício da autoridade em serviço, cuidado e promoção da vida. Neles encontramos o retrato de uma liderança humana, evangélica e saudável, capaz de gerar confiança, comunhão e esperança.
O observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas, El-Kassis, em sua intervenção durante a reunião sobre armas convencionais autônomas na Assembleia Geral em Nova York, expressou “grande preocupação com a proliferação dessas armas”. Os vultosos recursos destinados às armas “comprometem a busca por uma paz justa e duradoura”. É, portanto, urgente redirecionar os investimentos para as necessidades daqueles que vivem em condições de pobreza