Beata Teresa de S. Agostinho e Companheiras,
virgens e mártires
Memória: O.C.D. - Memória facultativa: O. Carm.
As dezasseis Carmelitas Descalças do mosteiro da Encarnação da cidade de Compiègne (França) ofereceram-se a Deus, durante a revolução francesa, como vítima para aplacar a divina justiça e implorar a paz para a Igreja. Foram encarceradas no dia 24 de Junho de 1794. Durante a sua permanência no cárcere contagiaram com a sua alegria os restantes prisioneiros, exortando-os a aceitar a vontade divina e animando-os a encontrar conforto no amor de Deus. Condenadas à morte por se manterem fiéis à Igreja, à vida religiosa e à devoção aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, após terem renovado a sua profissão religiosa, foram executadas na guilhotina em Paris no dia 17 de Julho de 1794. Foram beatificadas por S. Pio X no dia 13 de Maio de 1906.
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O Papa enviou uma mensagem de vídeo aos líderes religiosos presentes no encontro promovido pela Comunidade de Santo Egídio em Assis, por ocasião do 40º aniversário do Dia de Oração pela Paz, instituído por João Paulo II, e reiterou que nenhuma guerra pode ser justificada ou travada em nome de Deus: "A paz deve voltar a ser o ideal comum dos povos". O Pontífice os exortou a rezar, pois a oração, disse ele, "é a humilde força dos fiéis" contra a "cultura do poder" que se alastra pelo mundo atual.
No dia 27 de outubro, completam-se sete anos do encerramento do Sínodo Amazônico, realizado em Roma, em 2019. Ao longo desse caminho, suas intuições e propostas continuam impulsionando uma Igreja com rosto amazônico, sinodal e missionário, comprometida com a defesa da vida dos povos amazônicos e o cuidado da Casa Comum. Apresentamos sete frutos concretos desse processo.
Uma grande multidão se reuniu no domingo na vila para participar do funeral e do enterro das vítimas do ataque terrorista de sexta-feira à igreja greco-ortodoxa na província de Al-Karak. Estavam presentes o patriarca greco-ortodoxo de Jerusalém, Teófilo III, e o patriarca latino, o cardeal Pierbattista Pizzaballa. No sábado, o núncio na Jordânia visitou os feridos nos hospitais da região: o que aconteceu ajudou a compreender o valor de estarmos juntos