SANTO ELIAS, Profeta,
(pai e) inspirador ideal da N.O.
SOLENIDADE: O. Carm. - Festa: O.C.D.
O profeta Elias é apresentado nas Sagradas Escrituras como o homem de Deus que caminha na presença do Senhor, e que, abrasado de zelo, luta pela defesa do culto do único Deus verdadeiro. Defendeu os direitos de Deus num desafio público, realizado no monte Carmelo entre ele e os sacerdotes de Baal. Entregou-se à íntima experiência do Deus vivo no monte Horeb. Nele se inspiraram os primeiros eremitas que, seguindo os Santos Padres, o tomaram por Pai e Guia da vida eremítica e monástica, iniciaram no séc. XII no Monte Carmelo um novo estilo de vida que está na origem da Ordem dos Irmãos da Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo. Por este motivo, o profeta Elias é considerado como sendo o modelo inspirador e Fundador ideal da Ordem. O seu culto litúrgico, atestado desde a Antiguidade neste dia entre as Igrejas orientais, propagou-se na Ordem a partir de 1551.
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Os verbos do Bom Pastor constituem uma verdadeira pedagogia da autoridade cristã: conhecer, escutar, chamar, conduzir, caminhar à frente, reunir, proteger, procurar e dar a vida. Mais do que funções, eles expressam atitudes relacionais que transformam o exercício da autoridade em serviço, cuidado e promoção da vida. Neles encontramos o retrato de uma liderança humana, evangélica e saudável, capaz de gerar confiança, comunhão e esperança.
O observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas, El-Kassis, em sua intervenção durante a reunião sobre armas convencionais autônomas na Assembleia Geral em Nova York, expressou “grande preocupação com a proliferação dessas armas”. Os vultosos recursos destinados às armas “comprometem a busca por uma paz justa e duradoura”. É, portanto, urgente redirecionar os investimentos para as necessidades daqueles que vivem em condições de pobreza
A etapa do Papa na cidade peruana nos Andes, a 3.400 metros acima do nível do mar, será rápida, mas intensa, como parte da sua viagem pela América Latina. O Pe. Walter Corsini, vigário-geral dos Missionários Servos dos Pobres: "a Igreja se preparou muito. Nos Andes, uma grande espiritualidade é atacada por um turismo muitas vezes invasivo. Parti há 30 anos como voluntário com muitos preconceitos, mas encontrei um ritmo lento e humano que vale a pena redescobrir".