Beata Maria Pilar, Teresa e Maria Ángeles,
virgens e mártires
Memória facultativa
Maria Pilar de S. Francisco de Borja (nascida em Tarazona, Espanha, no dia 30 de Dezembro de 1877), Teresa do Menino Jesus e de S. João da Cruz (nascida em Mochales no dia 5 de Março de 1909) e Maria Ángeles de S. José (nascida em Getafe no dia 6 de Março de 1905), carmelitas descalças do mosteiro de S. José de Guadalajara (Espanha), sofreram o martírio no dia 24 de Julho de 1936, depois de terem confessado a sua fé em Cristo Rei e de terem oferecido as suas vidas pela Igreja. São as primícias dos inumeráveis mártires da guerra civil espanhola de 1936-1939. Foram beatificadas por João Paulo II no dia 29 de Março de 1987.
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Na quarta década do histórico Dia de Oração pela Paz, convocado pelo Papa João Paulo II em 27 de outubro de 1986, o legado do "Espírito de Assis" abrange quatro pontificados. De João Paulo II, que aprofundou seu significado teológico, a Bento XVI, que abriu o diálogo com os não creem; de Francisco, que apelou à fraternidade, a Leão XIV, que convidou as religiões a redescobrirem em suas raízes um antídoto para o ódio e a violência.
O Departamento de Celebrações Litúrgicas Pontifícias anunciou nesta terça-feira (27/10) o calendário das cerimônias que serão presididas pelo Pontífice nos meses de novembro e dezembro: da missa pelos fiéis defuntos no Cemitério Verano, em 2 de novembro, ao ato de veneração da Imaculada Conceição na Praça de Espanha, em 8 de dezembro.
Após a conversa por telefone com o presidente Putin, em 16 de outubro, Leão XIV falou com Zelensky no dia 19 sobre a situação na cidade da região de Kherson, ocupada pelos russos, onde os habitantes estão no limite e todas as vias de fuga estão bloqueadas. O Pontífice pediu a colaboração de ambas as partes para garantir a chegada de ajuda e a evacuação “voluntária e segura” dos moradores.