Beato Tito Brandsma, presbítero e mártir
Memória facultativa
Nasceu em Bolsward (Holanda) em 1881. Entro ainda muito novo para o Carmelo onde se ordenou sacerdote em 1905. Doutorou-se em filosofia em Roma e foi professor na Universidade Católica de Nimega, da qual foi nomeado Reitor Magnífico. Antes e durante a ocupação nazi da Holanda, lutou, em fidelidade ao Evangelho, contra a difusão da ideologia nacional-socialista e pela liberdade da escola e da imprensa católicas. Após uma dolorosa via-sacra de prisões, foi parar ao campo de concentração de Dachau, onde morreu assassinado no dia 26 de Julho de 1942, infundindo serenidade e conforto aos outros prisioneiros, perdoando e sendo amável com os seus próprios algozes. Foi beatificado por João Paulo II no dia 3 de Novembro de 1985.
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Uma semana antes da viagem de Leão XIV, entrevista com o diplomata, ex-presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina e embaixador do Uruguai junto à Santa Sé: “Os povos serão chamados a uma unidade que supere polarizações políticas, às vezes mesquinhas”. Sobre a etapa no país banhado pelo Rio da Prata: “Será muito importante para a Igreja, que deverá reavivar a evangelização diante de uma liberdade que perdeu sua ancoragem nos valores”.
Encerra-se o mandato do prefeito, primeiro leigo a dirigir um organismo da Cúria Romana. Nesta sexta-feira, 30 de outubro, ele se despediu de todos os funcionários do Palazzo Pio. A nova prefeita, Montserrat Alvarado, afirmou: “Somos o instrumento de comunicação do Papa, uma responsabilidade enorme que você, Paolo, carregou sobre os ombros. Obrigada por ter se colocado em jogo e por sua fé”.
O Papa da Igreja Copta Ortodoxa, Tawadros II, participou da assinatura de um protocolo destinado a promover a colaboração nas áreas de assistência social e serviços de saúde. “A obra social na Igreja se distingue porque está envolvida por um espírito de amor que não faz distinção entre uma pessoa e outra”, afirmou.