Beato Tiago Retouret, presbítero e mártir
Memória facultativa: O. Carm.
O beato Tiago Retouret (1746-1794) faz parte de um grupo de 64 sacerdotes, representando 547 sacerdotes e religiosos que morreram amontoados como animais em dois navios de negreiros na pequena baía de Rochefort, diocese de La Rochelle (França) durante o período mais violento da Revolução francesa. Quando soube da nulidade do juramento da Constituição Civil do Clero, retractou oficialmente o seu assentimento, sendo por isso declarado inimigo do povo que tinha servido como frade observante e pregador no convento de Limoges. Depois de ter sofrido juntamente com os seus companheiros ultrajes, crueldades, privação de todo o conforto espiritual, atormentado especialmente pelo frio, “sofreu uma dolorosa ciática que por longo tempo pôs à prova a sua paciência; mas nunca perdeu a coragem” (testemunha ocular). Morreu, vitimado pela peste, no dia 26 de Agosto de 1794, e foi sepultado na ilha de Madame. Foi beatificado juntamente com os outros 63 companheiros de prisão por João Paulo II no dia 1 de Outubro de 1995.
Mais de 80 professores participaram de uma formação conjunta entre os responsáveis e docentes dos dois países, em um caminho de colaboração iniciado em 2019.
Evento realizado no interior do Rio Grande do Sul reuniu cerca de 200 pessoas no Auditório do Colégio São José e mais de 80 de forma virtual de diversas partes da Diocese e de outros estados do Brasil. O evento, que já é tradicional, abrangeu a temática da comunicação a partir da postura do católico nas redes, a criação de vínculos com a comunidade local e as novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2026-2032.
O encontro reuniu mais de 300 participantes em São Paulo para discutir Inteligência Artificial, as tecnologias emergentes, ética e humanidades. Ao anunciar o Congresso de 2027, a CRB Nacional colocou no centro do debate os impactos da mediação tecnológica sobre a solidão, o isolamento, a saúde mental e o futuro das relações humanas.