Beato Tiago Retouret, presbítero e mártir
Memória facultativa: O. Carm.
O beato Tiago Retouret (1746-1794) faz parte de um grupo de 64 sacerdotes, representando 547 sacerdotes e religiosos que morreram amontoados como animais em dois navios de negreiros na pequena baía de Rochefort, diocese de La Rochelle (França) durante o período mais violento da Revolução francesa. Quando soube da nulidade do juramento da Constituição Civil do Clero, retractou oficialmente o seu assentimento, sendo por isso declarado inimigo do povo que tinha servido como frade observante e pregador no convento de Limoges. Depois de ter sofrido juntamente com os seus companheiros ultrajes, crueldades, privação de todo o conforto espiritual, atormentado especialmente pelo frio, “sofreu uma dolorosa ciática que por longo tempo pôs à prova a sua paciência; mas nunca perdeu a coragem” (testemunha ocular). Morreu, vitimado pela peste, no dia 26 de Agosto de 1794, e foi sepultado na ilha de Madame. Foi beatificado juntamente com os outros 63 companheiros de prisão por João Paulo II no dia 1 de Outubro de 1995.
O encontro reuniu mais de 300 participantes em São Paulo para discutir Inteligência Artificial, as tecnologias emergentes, ética e humanidades. Ao anunciar o Congresso de 2027, a CRB Nacional colocou no centro do debate os impactos da mediação tecnológica sobre a solidão, o isolamento, a saúde mental e o futuro das relações humanas.
Por ocasião do aniversário da fundação da associação criada por Alfredo Luciani, 93 embaixadores junto à Santa Sé oferecem a Leão XIV, em um volume, suas reflexões sobre a realidade política e social de seus países. A iniciativa inclui ainda, de 28 a 30 de setembro, no Palácio São Calisto, o encontro internacional “Religiões e diplomacia”. Cardeal Coccopalmerio: “O intercâmbio entre os embaixadores e a Santa Sé é uma oportunidade preciosíssima de evangelização”.
Ataques contra a rede ferroviária se intensificam e ameaçam uma das principais estruturas de transporte de passageiros, ajuda humanitária e mercadorias da Ucrânia. Governo pede aos parceiros internacionais locomotivas e recursos para manter o sistema em funcionamento.