Acolhimento. Sinal da cruz. Oração inicial. Invocação do Espírito Santo:
A. Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis
T. E acendei neles o fogo do vosso amor.
A. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado
T. E renovareis a face da terra.
A. Oremos. Senhor, nosso Deus, que iluminastes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, tornai-nos dóceis às suas inspirações, para apreciarmos retamente todas as coisas e gozarmos sempre da sua consolação. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amen.
1) LEITURA (Que diz o texto? Que verdade eterna, que convite/promessa de Deus traz?)
Leitura do Evangelho segundo S. Mateus (13,24-43)
Naquele tempo, Jesus disse às multidões mais esta parábola: 24«O reino dos Céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo. 25Mas, enquanto os homens dormiam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. 26Quando a planta germinou e deu fruto, apareceu também o joio. 27Então, aproximando-se os servos do dono da casa, disseram-lhe: “Senhor, não era boa a semente que semeaste no teu campo? Donde vem então o joio?” 28Ele disse-lhes: “Foi um inimigo que fez isso”. Dizem-lhe os servos: “Queres que o vamos colher?” 29Ele, porém, disse: “Não! Não aconteça que, ao colherdes o joio, arranqueis também o trigo. 30Deixai-os crescer juntos até à ceifa e, no momento da ceifa, direi aos ceifeiros: ‘Colhei primeiro o joio e atai-o em molhos para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro’”».
31Jesus propôs-lhes outra parábola, dizendo: «O reino dos Céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. 32Embora seja a mais pequena de todas as sementes, depois de crescer, é maior que as hortaliças e torna-se uma árvore, de tal modo que as aves do céu vêm fazer o ninho nos seus ramos».
33Disse-lhes outra parábola: «O reino dos Céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado».
34Tudo isto disse Jesus às multidões em parábolas, e sem parábolas nada lhes dizia, 35para que se cumprisse o que foi dito por meio do profeta: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei coisas escondidas desde a fundação do mundo».
36Então, depois de despedir as multidões, foi para casa. Os seus discípulos aproximaram-se dele e disseram-lhe: «Explica-nos a parábola do joio no campo».
37Jesus, respondendo, disse: «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem; 38o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do Maligno; 39o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os anjos. 40Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo: 41o Filho do homem enviará os seus anjos, que hão de colher do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade, 42e hão de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes. 43Então os justos brilharão como o sol no reino do seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça».
Ler a primeira vez… Em silêncio, deixar a Palavra ecoar no coração… Observações:
Continuamos no “discurso das parábolas”, a escutar as “parábolas do reino”. O Evangelho de hoje apresenta-nos mais três parábolas nas quais Jesus revela “os mistérios do reino dos céus” (v. 11). Nelas se percebe bem a preocupação pastoral do Evangelho: exortar, animar, ensinar e fortalecer na fé a comunidade cristã. O presente texto pode ser dividido em cinco partes: 1) a parábola do trigo e do joio (vv. 24-30); 2) a parábola do grão de mostarda (vv. 31-32); 3) a parábola do fermento (v. 33); 4) o propósito das parábolas (vv. 34‑35); 5) explicação da parábola do trigo e do joio (vv. 36-43).
- v. 24. «O reino dos Céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo.
A primeira parábola, a do trigo e do joio (vv. 24-30), é exclusiva de Mateus. É retirada dum quadro da vida quotidiana: há um “dono da casa” (gr. oikodespótes; lat. pater familias, “pai de família”) que semeia boa “semente” (gr. spérma, 5x aqui: vv. 27.32.37s) no seu campo, a semente da Palavra, o Evangelho. Repare-se que, embora o proprietário tenha servos, é ele que é o semeador (v. 37).
- v. 25. Mas, enquanto os homens dormiam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora.
Entretanto, de noite, enquanto todos dormem, vem um “inimigo” que semeia joio no meio do trigo.
- v. 26. Quando a planta germinou e deu fruto, apareceu também o joio.
Mas só se descobre isso quando a planta germina, cresce (cf. Mc 4,27) e começa a dar fruto.
- v. 27. Então, aproximando-se os servos do dono da casa, disseram-lhe: “Senhor, não era boa a semente que semeaste no teu campo? Donde vem então o joio?”
Então os “servos” vêm ter com o dono e dão-lhe a conhecer o que está a acontecer.
- v. 28. Ele disse-lhes: “Foi um inimigo que fez isso”. Dizem-lhe os servos: “Queres que o vamos colher?”
O dono da casa logo advinha o que aconteceu e os servos prontificam-se a ir arrancar o joio. Até aqui tudo parece normal.
- v. 29. Ele, porém, disse: “Não! Não aconteça que, ao colherdes o joio, arranqueis também o trigo.
O que já não é normal é a reação do “dono”: não quer que se arranque logo o joio.
- v. 30. Deixai-os crescer juntos até à ceifa e, no momento da ceifa, direi aos ceifeiros: ‘Colhei primeiro o joio e atai-o em molhos para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro’”».
Mas dá ordens para que deixem crescer o trigo e o joio lado a lado e que só quando é possível distingui-los, ou seja, na “altura da ceifa” (Ap 14,15) seja feita a seleção do mau e do bom: do joio, que é para arrancar, atar em molhos e queimar (cf. 3,12) “na fornalha” (v. 42); e do trigo, que é para ser ceifado e recolhido no celeiro. A parábola será explicada, mais tarde, por Jesus, mas apenas aos seus discípulos em particular (vv. 36-43).
Esta parábola deve ser entendida no contexto do ministério de Jesus. Ele convivia com os pecadores, os marginais, os “condenáveis”, tendo mesmo convidado um publicano e um zelota a integrar o grupo dos Doze. Com este comportamento “escandaloso”, Ele quis dizer que Deus a todos amava e convidava a fazer parte da sua família, a comunidade do reino.
Os fariseus, porém, consideravam inaceitável esta atitude de Jesus, pois quem não cumpria a Lei tinha de ser excluído do Povo santo de Deus. Mas Jesus mostra que a “lógica” de Deus, não é uma “lógica” de segregação e de exclusão, mas de amor, de misericórdia e de salvação. O Pai de Jesus Cristo é um Deus paciente e compassivo, lento para a ira e rico de misericórdia (cf. Ex 34,6s), que oferece ao homem todas as oportunidades para refazer a sua existência e integrar plenamente a comunidade do reino. Deus tem um plano de salvação e de graça que oferece gratuitamente a todos, bons ou maus; depois, no tempo oportuno, ver-se-á quem são os maus e quem são os bons. De resto, não é muito fácil separar o bom do mau, porque as duas realidades coexistem em todos os “campos”, em todos os corações, podendo o bom vir a corromper-se e tornar-se mau e podendo o mau converter-se e vir a tornar-se bom.
- v. 31. Propôs-lhes outra parábola, dizendo: «O reino dos Céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo.
vv. 31-32: Mc 4,30-32; Lc 13,18s.
Jesus propõe a seguir outras duas parábolas. Começa com a parábola do grão de mostarda (cf. 17,20p). A mostarda (brassica nigra) era uma planta que todos tinham na sua horta, para condimentar a comida.
- v. 32. Embora seja a mais pequena de todas as sementes, depois de crescer, é maior que as hortaliças e torna-se uma árvore, de tal modo que as aves do céu vêm fazer o ninho nos seus ramos».
A sua semente era considerada pelo judaísmo “a mais pequena de todas as sementes”, porque era tida como sendo a mais pequena quantidade que se podia medir e pesar (± 1mm; 1 ml; 1mg; mToh 8,8; mNid 5,2; jBer 5,1,4).
Jesus põe em contraste a pequenez da semente com o porte que a planta podia atingir. Apenas semeada, a mostarda cresce rapidamente até atingir cerca de 1,2 m (ou mais).
Entretanto, Jesus usa a imagem da semente da mostarda no quadro duma parábola do reino, de acordo com o princípio da analogia, segundo o qual quanto maior é a semelhança, tanto maior é a diferença. Por isso, Jesus diz que ela se torna “uma árvore” – o que não acontece na natureza – e que os seus ramos crescem de tal forma “que as aves do céu vêm fazer o ninho nos seus ramos”, uma alusão a Ez 17,23; 31,6 (cf. Dn 4,9.18; Sl 104,12 LXX), que indicava que o reino de Deus se estenderia até aos confins da terra, nele vindo a entrar as “aves do céu”, ou seja, as pessoas das outras nações da terra que, através do batismo, iriam renascer do alto (Jo 3,3-8). Embora o reino pareça débil e insignificante e o seu início modesto, ele tem em si a força de Deus, acabando por se estender a toda a terra.
- v. 33. Disse-lhes outra parábola: «O reino dos Céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado».
v. 33: Lc 13,20s.
A seguir, Jesus passa para a parábola do fermento. Esta também é tirada duma cena da vida quotidiana, como a anterior. Mas desta vez o protagonista é uma mulher e a ação não decorre no campo, nem na horta, mas em casa. O fermento (cf. 16,6; 1Cor 5,6) era posto dentro da massa e amassado com ela, me modo a ficar tudo fermentado. “Três medidas” (Gn 18,6!), em grego satá, plural de satón, uma medida de capacidade para grãos e líquidos, equivalente ao seah hebraico, o “alqueire” de 15 litros, correspondendo neste caso a 45 l de farinha. As duas parábolas são muito semelhantes.
Nestas duas últimas parábolas o quadro é o mesmo: sublinha-se a desproporção entre o início e o resultado final. Ambas as parábolas servem para apresentar o dinamismo do reino como uma realidade irreversível, que veio para ficar e transformar as pessoas e o mundo a partir de dentro (o fermento) para além das suas fronteiras e horizontes (os ramos onde as aves vêm fazer os seus ninhos).
- v. 34. Tudo isto disse Jesus às multidões em parábolas, e sem parábolas nada lhes dizia,
v. 34: v. 3; Mc 4,33s.
A seguir, num breve sumário, Mateus elucida o propósito divino de Jesus falar em parábolas. Dentro da estrutura quiástica do Evangelho, este sumário constitui o ponto central. Jesus ensinava o povo através de histórias simples, tiradas da vida, as parábolas.
- v. 35. Para que se cumprisse o que foi dito por meio do profeta: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei coisas escondidas desde a fundação do mundo».
A razão disso, apresentada por Mateus a partir da fórmula de cumprimento escriturístico, típica do seu Evangelho: “para que se cumprisse o que foi dito” (Mt, 10x: 1,22; 2,15.17.23; 4,14; 8,17; 12,17; 21,4; 27,9), é o que diz o Sl 78,2, modificando ligeiramente a expressão final (aqui, em itálico): “Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei coisas escondidas desde a fundação do mundo”.
“Proclamar” (lit. “rugir”: Os 11,11; Am 3,4) evoca o anúncio da palavra de Deus (Sl 19,3; Am 3,8), ao passo que “desde a fundação do mundo” (Ef 1,4), apresenta o Evangelho como a revelação plena do desígnio de Deus, n’Ele “escondido” desde toda a eternidade – e, portanto, anterior à própria criação (1Cor 2,7; Rm 16,25s; Ef 1,4; 3,4.9; Cl 1,26) –, que, ao chegar a plenitude dos tempos, foi dado a conhecer por Jesus Cristo, “des-cobrindo” o sentido oculto do AT (cf. 11,28). Jesus Cristo não só é o revelador definitivo, mas também a revelação plena de Deus, da sua palavra e salvação.
- v. 36. Então, depois de despedir as multidões, foi para casa. Os seus discípulos aproximaram-se dele e disseram-lhe: «Explica-nos a parábola do joio no campo».
Feito este interlúdio, Jesus passa a explicar o sentido da parábola do trigo e do joio. Dá-se então uma mudança completa de cenário: Jesus já não está com “as multidões” (vv. 2.34; o plural é típico de Mateus, 24x, vendo-se nelas não apenas a diversidade de pessoas que acorria a Jesus, não só de Israel, mas também de fora, como também as gentes de todas as nações, a quem veio a ser anunciado o Evangelho), que, entretanto, tinha despedido (cf. 14,22; 15,39), e acha-se agora “em casa”, com os discípulos.
A “casa” é, em Mateus (tal como em Marcos) uma cifra da comunidade dos discípulos de Jesus, a “Igreja”. É a eles, que Jesus, em particular, explica o sentido das parábolas e das suas palavras (Mc 4,34), neste caso, a pedido dos seus discípulos, a parábola mais complexa, a do trigo e do joio (vv. 24-30). É o que acontece nos vv. 37-43.
- v. 37. Respondendo, disse: «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem.
O semeador “é o Filho do homem”, o nome com que Jesus se designa a si mesmo (Mt, 30x), numa alusão velada ao Messias (cf. Dn 7,13-14; Sl 80,18). Mateus não menciona os discípulos, enviados por Jesus a anunciar o Evangelho, porque vê na ação daqueles o próprio Jesus, que através deles fala e age (cf. 10,20; Mc 16,20).
- v. 38. O campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do Maligno.
“O campo é o mundo”, a quem os seus discípulos serão enviados a evangelizar (28,19); “a boa semente são os filhos do Reino”, um semitismo, que designa os que recebem o anúncio do Evangelho e a ele aderem pela fé (cf. 8,10-12), ao passo que “o joio são os filhos do Maligno”, os que fazem as obras do mal (cf. v. 19; Jo 8,44; At 13,10; 1Jo 3,8.10).
- v. 39. O inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os anjos.
“O inimigo” é o diabo (gr. diábolos, “o que divide”), a palavra grega com que é traduzido o termo hebraico Satanás (“o adversário”: Sl 109,6; Jb 1,6-7.9.12; 2,1-4.6-7; Zc 3,1-2; Sb 2,24), sendo a “ceifa”, na linha do AT, o juízo final, “no fim do mundo” (lit. “consumação do século”: vv. 40.49; 24,3 28,20).
- v. 40. Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.
Estabelecida a correspondência dos termos, Jesus aplica a parábola à vida da comunidade. Não se trata duma descrição de como será o “fim do mundo”, mas antes dum convite urgente à conversão, um apelo a um compromisso mais pleno com Jesus, um incitamento a uma maior fidelidade ao Reino e a um renovado ardor evangélico. No “fim do mundo” (v. 39)…
- v. 41, O Filho do homem enviará os seus anjos, que hão de colher do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade.
… Jesus enviará os seus anjos (24,31p) a retirar do seu Reino todos “os escândalos” (18,7) “e os que praticam a iniquidade” (7,23p), ou seja, todos os que praticam o mal e levam ou incitam os outros a praticar,…
- v. 42. E hão de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes.
… e irão lançá-los “na fornalha ardente” (v. 50; cf. 3,12; 25,31), imagem, típica de Mateus (v. 50; 8,12; 22,13; 24,51; 25,30; Lc 13,28), que no judaísmo designa o fogo do inferno, a condenação eterna, onde haverá “choro e ranger de dentes”, imagem do desespero que se apoderará dos ímpios ao ver-se condenados eternamente e da inveja que eles terão dos justos ao vê-los a gozar da glória do Reino dos céus.
- v. 43. Então os justos brilharão como o sol no reino do seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça».
Na linha de Dn 12,3, a literatura apocalíptica, ao falar dos corpos dos ressuscitados, apresentava-os refulgentes, a brilhar com luz própria, como o sol (cf. 1Cor 15,41s). Jesus anuncia assim aqui a ressurreição final dos justos e a sua glória no Reino dos céus. E conclui, repetindo a exortação que já tinha feito no início: “Quem tem ouvidos, ouça” (v. 9p; 11,15; Lc 14,35), ou seja: “A palavra que acabastes de ouvir não é só para o vizinho: é para cada um de vós. Não percais, pois, tempo: mas tratai de a entender e de a pôr em prática!”
Ler o texto outra vez... Em silêncio, escutar o que Deus diz no segredo...
2) MEDITAÇÃO… PARTILHA… (Que me diz Deus nesta Palavra?)
a) Que frase me toca mais? b) Que diz à minha vida? c) Oração em silêncio…
d) Partilha… e) Que frase reter? f) Como a vou / vamos pôr em prática?
- Que semente cresceu em ti e na tua comunidade sem se darem conta?
- No campo existe tudo misturado: o trigo e o joio. No campo da minha vida, o que prevalece: o trigo ou o joio?
3) ORAÇÃO PESSOAL… (Que me faz esta Palavra dizer a Deus?)
4) CONTEMPLAÇÃO… (Saborear a Palavra em Deus, deixando que ela me inflame o coração)
Salmo responsorial Sl 86,5-6.9-10.15-16a (R. 5a)
Refrão: Senhor, sois um Deus clemente e compassivo.
Vós, Senhor, sois bom e indulgente,
cheio de misericórdia para com todos os que Vos invocam.
Ouvi, Senhor, a minha oração,
atendei a voz da minha súplica. R.
Todos os povos que criastes virão adorar-Vos, Senhor,
e glorificar o vosso nome,
porque Vós sois grande e operais maravilhas,
Vós sois o único Deus. R.
Senhor, sois um Deus bondoso e compassivo,
paciente e cheio de misericórdia e fidelidade.
Voltai para mim os vossos olhos
e tende piedade de mim. R.
Pai-nosso…
Oração conclusiva:
Sede propício, Senhor, aos vossos servos e multiplicai neles os dons da vossa graça, para que, fervorosos na fé, esperança e caridade, perseverem na fiel observância dos vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. T. Amen.
Ave-Maria...
Bênção final. Despedida.
5) AÇÃO... (Caminhar à luz da Palavra, encarnando-a e testemunhando-a na nossa vida, unidos a Cristo e unidos em Cristo)
Fr. Pedro Bravo, O.Carm.
Folheto para fazer a LD em grupo
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