Beato Tiago Retouret, presbítero e mártir
Memória facultativa: O. Carm.
O beato Tiago Retouret (1746-1794) faz parte de um grupo de 64 sacerdotes, representando 547 sacerdotes e religiosos que morreram amontoados como animais em dois navios de negreiros na pequena baía de Rochefort, diocese de La Rochelle (França) durante o período mais violento da Revolução francesa. Quando soube da nulidade do juramento da Constituição Civil do Clero, retractou oficialmente o seu assentimento, sendo por isso declarado inimigo do povo que tinha servido como frade observante e pregador no convento de Limoges. Depois de ter sofrido juntamente com os seus companheiros ultrajes, crueldades, privação de todo o conforto espiritual, atormentado especialmente pelo frio, “sofreu uma dolorosa ciática que por longo tempo pôs à prova a sua paciência; mas nunca perdeu a coragem” (testemunha ocular). Morreu, vitimado pela peste, no dia 26 de Agosto de 1794, e foi sepultado na ilha de Madame. Foi beatificado juntamente com os outros 63 companheiros de prisão por João Paulo II no dia 1 de Outubro de 1995.
De acordo com o novo Relatório Anual sobre Incêndios da MapBiomas, 3,1 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas na Floresta Amazônica, contra 15,8 milhões no ano anterior. Em todo o Brasil, a área afetada pelos incêndios caiu para 12,7 milhões de hectares, quase a metade em relação a 2024 e 31% a menos que a média histórica.
A paróquia de Nossa Senhora do Livramento, na ilha cabo-verdiana de Santo Antão acolheu cerca de 500 casais das sete paróquias da ilha, no domingo 26 de julho para o Encontro Vicarial da Familia, sob o lema: “Sinodalidade na Igreja doméstica”, orientado pelo padre Rui Pedro de Carvalho, coadjuvado pelo casal Alcindo e Mónica Vitória.
Com inscrições abertas, formação será oferecida de modo on-line, com encontros semanais a partir de agosto.