Beato Tiago Retouret, presbítero e mártir
Memória facultativa: O. Carm.
O beato Tiago Retouret (1746-1794) faz parte de um grupo de 64 sacerdotes, representando 547 sacerdotes e religiosos que morreram amontoados como animais em dois navios de negreiros na pequena baía de Rochefort, diocese de La Rochelle (França) durante o período mais violento da Revolução francesa. Quando soube da nulidade do juramento da Constituição Civil do Clero, retractou oficialmente o seu assentimento, sendo por isso declarado inimigo do povo que tinha servido como frade observante e pregador no convento de Limoges. Depois de ter sofrido juntamente com os seus companheiros ultrajes, crueldades, privação de todo o conforto espiritual, atormentado especialmente pelo frio, “sofreu uma dolorosa ciática que por longo tempo pôs à prova a sua paciência; mas nunca perdeu a coragem” (testemunha ocular). Morreu, vitimado pela peste, no dia 26 de Agosto de 1794, e foi sepultado na ilha de Madame. Foi beatificado juntamente com os outros 63 companheiros de prisão por João Paulo II no dia 1 de Outubro de 1995.
Conclui-se, neste sábado, 12, na Casa Geral de La Salle, em Roma, o IV Encontro Sinodal "Fratelli Tutti: Diálogo Socioambiental Norte-Sul", promovido pela Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL), CELAM e USCCB. Em sua intervenção, o Cardeal brasileiro, Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS) e Presidente do CELAM, disse: "Há uma necessidade urgente de espaços para a escuta e o diálogo. A ecologia integral é um horizonte impossível de esquecer".
Rede Eclesial Pan-Amazônica reafirma missão de caminhar junto aos povos e territórios, fortalecendo a defesa da vida e o cuidado com a Casa Comum.
O tema da liturgia deste domingo continua sendo o ato de perdoar, agora refletido como necessidade para ser feliz.