Beata Josefa Naval Girbés, virgem secular
Memória facultativa: O.C.D. (fora de Portugal: 6 de Novembro)
Josefa Naval Girbés nasceu em Algemesí (Valência, Espanha) no dia 11 de Dezembro de 1820. Na sua adolescência consagrou-se ao Senhor com voto perpétuo de castidade. Percorreu o caminho da oração e da perfeição evangélica com uma vida de simplicidade e de ardente caridade. Dedicou-se com generosidade às obras de apostolado no ambiente da comunidade paroquial. Fez da sua casa uma oficina e uma escola de oração e de virtudes evangélicas, onde se formaram numerosas jovens e mulheres na sabedoria humana e espiritual. Foi membro da Ordem Terceira da Senhora do Carmo e de Santa Teresa de Jesus, professando íntima devoção à Virgem Mãe de Deus. Morreu piedosamente no dia 24 de Fevereiro de 1893, conservando-se o seu corpo na Igreja paroquial de S. Jaime, sua terra natal. Foi beatificada por João Paulo II a 29 de Setembro de 1988, sendo modelo de quem vive fortemente empenhado em ser testemunha não no claustro, mas no meio do mundo.
Em discurso na terça, 28 de julho, em Nova York, na Reunião de Alto Nível de 2026 da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre a Nova Agenda Urbana, que marcou o décimo aniversário de sua adoção, monsenhor Murphy, conselheiro da Missão de Observação Permanente da Santa Sé, enfatizou que o desenvolvimento urbano sustentável diz respeito, em primeiro lugar, às pessoas e que todos devem ter uma casa. É necessário "maior investimento em moradias acessíveis e adequadas" e "serviços sociais integrados"
Depois de superar a crise imediata, aqueles que sofreram as consequências dos incêndios do verão europeu terão de enfrentar a dura realidade de ter perdido tudo. As comunidades eclesiais dos dois países oferecem seu apoio às pessoas afetadas, acompanhando-as em seu caminho de cura interior.
Quase um mês após o ataque dos rebeldes da Aliança para a Revolta Patriótica (ASP) a Am Dafock, no nordeste da República Centro-Africana (RCA), a situação humanitária continua preocupante, apesar da retomada da cidade pelas Forças Armadas Centro-Africanas e seus aliados. Os confrontos resultaram em cerca de trinta mortos e várias dezenas de feridos, além dos mais de 2 mil residentes deslocados para Birao, onde as necessidades de assistência de emergência são significativas.