SANTA TERESA DE JESUS,
Virgem, Doutora da Igreja
e mãe do carmelo reformado
SOLENIDADE: O.C.D. - Festa: O. Carm.
Nasceu em Ávila (Espanha) no dia 28 de Março de 1515. Mulher de excepcionais talentos intelectuais e humanos, entrou aos 21 anos no Carmelo de Ávila. A partir de 1554 fez grandes progressos no caminho da perfeição e teve revelações místicas. Unindo à mais alta contemplação uma intensa actividade, empreendeu, a partir de 24 de Agosto de 1562, a reforma da Ordem que recebeu o seu nome, fundando 17 mosteiros e conseguindo a autorização para a criação de conventos masculinos reformados (10.08.1567), os quais reconduziu à pureza e austeridade das origens. Teve, por isso, de sofrer muitas tribulações, mas tudo superou com coragem invencível. A doutrina profunda que escreveu nos seus livros é fruto das suas experiências místicas. Morreu em Alba de Tormes no dia 4 de Outubro de 1582 (o dia seguinte, por causa da correcção gregoriana do calendário, passou a ser o dia 15 de Outubro). Beatificada a 24 de Abril de 1614 por Paulo V, foi canonizada no dia 12 de Março de 1622 por Gregório XV. Graças às suas obras, exerceu no povo de Deus um fecundo magistério que Paulo VI reconheceu, declarando-a Doutora da Igreja em 27 de Setembro de 1970.
Dom Manuel Ochogavía Barahona defende a participação, em condições de igualdade, de comunidades, Estados, empresas e organizações sociais e afirma que deve ser respeitado o direito dos povos de rejeitar projetos extrativistas em seus territórios.
Dom Pavlo Honcharuk, bispo de uma das dioceses ucranianas mais atingidas pela violência e pelos bombardeios, foi recebido nesta sexta-feira no Palácio Apostólico pelo Papa Leão XIV. “Agradeci ao Santo Padre por sua oração e sua solicitude, e pela ajuda para libertar os prisioneiros e fazer com que as crianças retornem. Convidei-o para ir à Ucrânia”.
O cardeal Pedro Barreto recorda seu compromisso com a defesa da vida e da dignidade humana, desde seu acompanhamento às famílias de La Oroya até seu trabalho pela Amazônia e pela criação da Rede Eclesial Pan-Amazônica. Também recorda o legado do Papa Francisco e manifesta sua esperança diante da próxima visita de Leão XIV ao Peru, que espera seja um “huaico de amor, de esperança e de renovação”.