Todos os Santos Carmelitas
FestaOs Santos do Carmelo constituem uma grande multidão de irmãos que consagraram a sua vida a Deus, seguindo os ensinamentos do seu Filho e imitando a sua vida, e se entregaram ao serviço da Virgem Maria na oração, na abnegação evangélica, no amor aos irmãos, a ponto de alguns terem derramado o seu sangue. Eremitas do monte Carmelo, mendicantes da Idade Média, mestres e pregadores, missionários e mártires, religiosas que enriqueceram o povo de Deus com a misteriosa fecundidade da sua vida contemplativa, apostólica e docente, leigos que na sua vida souberam encarnar o espírito da Ordem: esta é a grande família carmelita que, enquanto peregrina, se dedicou à prática assídua da oração e que, tendo terminado a sua prova no estádio deste mundo, e tendo-nos deixado o seu exemplo, agora celebra a liturgia celeste. Unidos a esta grande família, e na esperança de nos virmos associar a ela, celebramos e antegozamos, por meio desta festa, as alegrias eternas dos santos que Deus conduziu ao seu monte para os introduzir na sua Casa de Oração. O exemplo e a intercessão destas almas de oração é para nós um estímulo a vivermos a nossa vocação carmelita em obséquio de Jesus Cristo e na imitação da nossa Mãe e Rainha, Flor do Carmelo, Padroeira e Esperança de todos os carmelitas. Esta festa, já mencionada por Inocêncio VIII em 16 de Julho de 1492, estendeu-se à Ordem em 1672.
Francis Xavier Duan Yongkun foi nomeado pelo Papa em 15 de junho como Bispo Coadjutor da Região autônoma da Mongólia Interior, no âmbito do Acordo Provisório entre a Santa Sé e a República Popular da China
Após seis dias de oração, formação, fraternidade e testemunhos, a sexta edição das Jornadas Nacionais da Juventude dos Camarões terminou no passado domingo, 26, na Diocese de Bertoua. O Núncio Apostólico nos Camarões e na Guiné Equatorial, o Arcebispo Dom José Avelino Bettencourt, que presidiu à Missa de encerramento, transmitiu uma mensagem de esperança aos jovens, convidando-os a descobrir Jesus, o tesouro escondido.
A escalada coincidiu com o primeiro encontro na Casa Branca entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu desde o início da guerra, em 28 de fevereiro. O encontro teria ocorrido em um clima menos brando do que nos últimos meses, mas ambos adotaram um tom conciliatório. Trump classificou o encontro como "muito positivo", explicando que "muitas questões importantes" foram abordadas