B. Afonso Maria Mazurek, presbítero e mártir
Memória facultativa: O.C.D.Josef Mazurek nasceu em em Baranówka, perto de Lubartów (Polónia) no dia 1 de Março de 1891. Recebeu o hábito carmelita em 1908, em Wadowice. Fez a profissão solene em 1912 e foi ordenado presbítero no dia 16 de Julho de 1916. Trabalhou entre 1920 e 1930 no Seminário Menor dos Carmelitas Descalços de Wadowice como professor e formador dos rapazes. Passou os últimos catorze anos da sua vida no convento de Czerna, no qual foi prior, consagrando-se de alma e corpo ao serviço da comunidade. Atento e delicado nos vários serviços comunitários, assíduo no ministério da confissão, encorajava todos a terem uma terna e sólida devoção a Nossa Senhora. Reavivou a actividade apostólica na igreja conventual. Foi para todos exemplo de vida religiosa e de ministério sacerdotal, alimentados por uma contínua oração e radicados no amor a Jesus Cristo crucificado. No dia 28 de Agosto de 1944 foi detido pelos militares alemães e por eles fuzilado em Nawojowa Gora, perto de Krzeszowice, tendo o rosário apertado entre as mãos. Foi beatificado pelo Papa João Paulo II no dia 13 de Junho de 1999, em Varsóvia, juntamente com mais outros 107 mártires polacos.
Leão XIV cumprimentou mães e pais com seus filhos reunidos nos Jardins Vaticanos para a Festa da Família, organizada pelo Governatorato. O Pontífice recordou as palavras de João Paulo II: "A família é o espelho de Deus; Deus quer ver-se na nossa comunidade, na nossa família." Depois, dirigindo-se às crianças, brincou com o meme "six-seven".
A propagação do vírus é dramaticamente violenta. Além dos milhares de mortos, as infecções ultrapassaram 6 mil em seis províncias diferentes. A Conferência Episcopal do país está pedindo medidas mais eficazes para conter a epidemia. A situação é ainda mais agravada pelos conflitos armados em andamento e pelos movimentos da população.
Em entrevista à mídia vaticana, o vigário apostólico da Arábia do Norte comenta o encontro da Conferência dos Bispos Latinos das Regiões Árabes e o encontro dos bispos com o Papa. Em nossas comunidades e denominações religiosas, "somos todos diferentes, mas hoje unidos pela guerra, infelizmente. Nossa única arma neste momento é a oração."