Santo Eliseu, Profeta
Memória: O. Carm.
«Elias passou diante de Eliseu e pôs-lhe em cima a sua capa. Então Eliseu abandonou os bois e seguiu Elias, ficando ao seu serviço» (1 Re 19, 21). Eliseu recebeu o espírito de Elias e, entre muitos outros milagres que fez, curou Naaman da lepra e ressuscitou uma criança. Viveu no meio dos filhos dos profetas e, em nome do Senhor, interveio muitas vezes nos acontecimentos do povo de Israel.
A Ordem do Carmo, lembrada da sua origem no Monte Carmelo, quis, por meio da celebração litúrgica dos grandes profetas Elias e Eliseu, perpetuar a memória da sua presença e das suas obras. Foi por isso que o Capítulo Geral de 1399 decretou a celebração da festa de Santo Eliseu no mesmo dia em que já desde o séc. VIII as Igrejas orientais o celebravam. Nos nossos dias este profeta patenteia como se deve executar a missão profética na fidelidade ao Deus verdadeiro e ao serviço do seu povo.
De 16 a 18 de junho, na Praça Santa Marta, retorna a peça “Pedro e Paulo em Roma”, escrita e interpretada pelo artista italiano Michele La Ginestra, tendo Fabio Ferrari como companheiro de cena. Três noites com ingressos esgotados, numa promoção da Fábrica de São Pedro para o IV Centenário da Dedicação da Basílica Vaticana. Os protagonistas contam a gênese, o significado e a atualidade da peça dedicada aos dois apóstolos.
De 17 a 19 de junho, o Centro de Alta Formação Laudato si’ organiza, em parceria com a University of Notre Dame, a Deloitte Suíça e a Handshake Strategies, um evento aberto a atores internacionais do mundo empresarial, das ONGs, das universidades, da sociedade civil e da Igreja. O cardeal Baggio: “eles dialogarão sobre temas centrais para o nosso futuro: IA, novo humanismo, fraternidade, envelhecimento”.
Balanço da visita de Leão à ilha. “Não compreendo a atitude de alguns políticos que demonstram não ter piedade das pessoas que sofrem. É preciso continuar a falar, a dar voz aos migrantes, e é necessária uma resposta global inspirada em critérios de humanidade. Não quero ouvir a palavra ‘remigração’, porque é sinal de que a humanidade falhou. A viagem à Espanha me surpreendeu: houve uma resposta excepcional"