Nossa Senhora, Mãe da Divina Graça
Memória: O.C.D.«A Santíssima Virgem, predestinada desde toda a eternidade, no desígnio da encarnação do Verbo divino, para Mãe de Deus, foi na terra, por disposição da divina providência, a nobre Mãe do divino Redentor, mais do que ninguém sua companheira generosa e a humilde escrava do Senhor. Concebendo a Cristo, gerando-O, alimentando-O, apresentando-O no templo ao Pai, sofrendo com seu Filho que morria na cruz, ela cooperou de modo absolutamente singular - pela obediência, pela fé, pela esperança e pela caridade ardente - na obra do Salvador para restaurar a vida sobrenatural nas almas. Por tudo isto, ela é nossa Mãe na ordem da graça» (LG 61).
“O Senhor é o refúgio do pobre”. Os pobres dos nossos dias são os esquecidos e os marginalizados: privados de uma palavra e de um rosto, e não só do pão, escreve o Papa.
Ao final do Angelus deste domingo na Pração são Pedro, no Vaticano, o Papa Leão quis recordar alguns novos Beatos, entre eles o padre Nazareno Lanciotti. Recordando ainda sua recente Viagem Apostólica à Espanha, e o terremoto nas Filipinas.
“Jesus vê e ama. Ele ama e sofre por nós, conosco: sua compaixão expressa não apenas proximidade fraterna, mas também a vontade de redenção”. O Papa Leão, ao introduzir a recitação do Angelus, comentou o Evangelho deste domingo (14/06) para sublinhar que “o Filho de Deus olha para as pessoas, olha para a humanidade.