
Acolhimento. Sinal da cruz. Oração inicial. Invocação do Espírito Santo:
A. Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis
T. E acendei neles o fogo do vosso amor.
A. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado
T. E renovareis a face da terra.
A. Oremos. Senhor, nosso Deus, que iluminastes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, tornai-nos dóceis às suas inspirações, para apreciarmos retamente todas as coisas e gozarmos sempre da sua consolação. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amen.
1) LEITURA (Que diz o texto? Que verdade eterna, que convite/promessa de Deus traz?)
Leitura do Evangelho segundo S. Mateus (5,13-16)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 5,13«Vós sois o sal da terra. Mas se o sal se tornar insano, com que se há de salgar? Para mais nada serve, senão para ser deitado fora e pisado pelos homens. 14Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; 15nem se acende uma lâmpada para a pôr debaixo do alqueire, mas no candelabro, onde brilha para todos os que estão na casa. 16Do mesmo modo, brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus».
Ler a primeira vez… Em silêncio, deixar a Palavra ecoar no coração… Observações:
- v. 13. «Vós sois o sal da terra. Mas se o sal se tornar insano, com que se há de salgar? Para mais nada serve, senão para ser deitado fora e pisado pelos homens.
v. 13: Lc 14,34. Estamos no Sermão da Montanha (Mt 5-7). Logo a seguir às bem-aventuranças (5,1-12), Jesus traça a missão dos seus discípulos, através de duas metáforas retiradas da vida quotidiana: o sal e a luz. Estas duas metáforas vêm na sequência da última bem-aventurança, com a qual estão em relação, quer pelo recetor, que é o mesmo (v. 13: “vós”; v. 12: “vosso”), quer pelo verbo: “sois” (gr. este: v. 11). Jesus dirige-se, pois, inequivocamente, não mais à multidão em geral (vv. 1-10), mas aos seus discípulos (v. 1) em particular. A estes, que poderiam sentir-se uma minoria (como era), perseguida e difamada, Jesus diz-lhes para não desanimar, nem desistir, pois são o sal da terra, e a luz do mundo.
Ao invés da lógica humana, Jesus não começa pela imagem mais bela, grandiosa e universal, a do sol, mas pela mais simples e terrena, a do sal. O sal, tão útil e necessário à vida humana (Sir 39,26), dá “sabor” aos alimentos, não só dos homens (Jb 6,6), como dos animais (Is 30,24). Diluído em água, servia para purificar (2Rs 2,20ss), tratar a pele, desinfetar, aliviar inchaços e contusões, sendo, por isso, usado para lavar os recém-nascidos (Ez 16,4). Não havendo ainda frigoríficos (inventados só em 1913), o sal era utilizado por todos para conservar os alimentos, a fim de os sal-var da corrupção (Br 6,27). Por isso, usava-se no culto: misturava-se com o incenso que ininterruptamente se queimava no Templo, diante do Santo dos Santos (Ex 30,6.35); usava-se nos sacrifícios, como “sal da aliança” (Lv 2,13; Ez 43,24), e também para selar a “aliança eterna de sal” (Nm 18,19), que simbolizava o valor perene e incorruptível do tratado feito e das promessas que o acompanhavam (como as promessas de Deus a David: 2Cr 13,5). Na mesma época em que Mateus redige esta passagem, escrevia Plínio, o Velho (†79 d.C.): “Nada é mais útil do que o sal e o sol” (Nihil esse utilius sale et sole: Hist. Nat. 31,9,102, aqui linha 39).
Jesus interpela diretamente os seus discípulos com um “vós” enfático, a fim de os despertar para o dom do Reino que está neles: “Vós sois o sal”, frisando a necessidade de serem eles, os seus discípulos, a viver de uma forma que reflita a boa-nova do Reino dos céus que lhes é dada por graça de Deus (cf. 13,16-17). Este é o ponto de partida, a realidade fundamental do Sermão da Montanha: o dom da graça de Deus; só depois se aponta a missão ou o comportamento cristão. O ser precede o fazer.
“Da terra”: por “terra”, sem mais, podia entender-se “a terra” de Israel, mas o paralelismo deste versículo com o seguinte, indica-nos que se está a pensar no mundo. Isto dá-nos a entender que o que Jesus vai dizer não se limita à situação pré-pascal dos seus discípulos (enviados só “às ovelhas perdidas da casa de Israel”, mas não aos gentios e samaritanos: 10,5-6), mas à sua condição pós-pascal, renascidos do Espírito Santo. Jesus começa logo por rasgar os horizontes dos seus discípulos, estendendo-os à amplitude da sua missão, às dimensões de toda a humanidade (cf. 28,18).
Os rabinos comparavam a Lei ao sal, dizendo: “o mundo não pode existir sem o sal […]. Assim, também é impossível para o mundo existir sem as Escrituras” (bSop 15,8). Tal como o sal, os discípulos são vitalmente necessários e imprescindíveis, não apenas a Israel, mas a toda a humanidade, a quem são chamados a ser úteis, servindo-lhe o anúncio e o testemunho do Evangelho. Se forem fiéis à aliança, desprendendo-se de tudo o que não é de Deus (cf. Lc 14,33), apreciando com sabedoria todas as coisas (Mc 9,49) e usando de discernimento (Cl 1,9s), pondo em prática o que o Senhor lhes diz aqui, no Evangelho, serão sinal de Deus, instrumentos de paz e de reconciliação, de cura e de purificação para os homens (cf. Mc 9,50), ajudando-os a salvar-se da “perversidade” e “da corrupção do mundo” (Tg 1,27; At 2,40; cf. Gn 6,11) e a renascer para Deus, mediante a fé em Jesus Cristo.
“Mas se o sal se tornar insano” (Lc 14,34): dizer que “o sal se torna insano” (lit. morainô, “perder a razão”) é uma metáfora para indicar um comportamento iníquo, desarrazoado do homem (cf. 2Sm 24,10; Is 19,11; Jr 10,14; 51,17; Sir 23,14; Rm 1,22; 1Cor 1,20). Na realidade, o sal, não se corrompe, nem se torna insípido (ánalos: Mc 9,50), mas pode estragar-se. Por exemplo, quando se salga um alimento: este deve primeiro ser limpo, lavado e escorrido de todo o sangue e secreções, pondo-se então na salgadeira e envolvendo-o em diversas camadas sal. Mas se esse sal tiver impurezas, ou se, por acidente, se entornar algo sobre ele, que o conspurque , fica inutilizado e “para nada mais serve”, senão para ser deitado fora. Do mesmo modo, se os discípulos não souberem discernir com sabedoria a vontade de Deus, para a porem em prática, ou se, pecando, se corromperem, acomodando-se aos padrões deste mundo, desviando-se do Evangelho, demitindo-se da sua missão de o anunciar ou servindo-se dele para proveito próprio, perderão a sua identidade, tornando-se inúteis para si e para os outros,
“Com que se há de salgar?”: esta pergunta de Jesus indica que Ele não está a pensar em primeiro lugar, no uso do sal como condimento, mas na sua utilidade para “curar” os alimentos na salgadeira, a fim de os preservar da corrupção.
“Para nada mais serve, senão para ser deitado fora e pisado pelos homens”: o mesmo acontecerá aos discípulos de Cristo que perderem a sua identidade: para mais nada servirão, a não ser para serem “deitados fora” (13,48; Jo 15,6; passivo divino: “por Deus”) e “pisados” (cf. 2Ma 8,2), desprezados, oprimidos e escarnecidos “pelos homens”.
- v. 14. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte.
A segunda imagem é a “luz”. Também aqui, nesta máxima, redigida em estreito paralelismo com a anterior, se parte da afirmação do dom, para a exortação parenética. E também aqui, com maior clareza ainda que no versículo anterior, se situa na condição pós-pascal dos discípulos: eles são “luz” porque foram batizados (na água e) no Espírito Santo (3,11), renascendo como filhos de Deus. O batismo cristão chamava-se iluminação (Hb 6,4; 10,32): por isso, os cristãos são luz: “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai com filhos da luz” (Ef 5,8).
A luz é um tópico muito importante na Sagrada Escritura. “Luz” entendia-se quer como “fonte de luz” (p.ex. o sol), quer como luz emitida ou refletida. Deus é a “luz eterna” (Sb 7,26; 1Jo 1,5), a fonte de luz do seu povo (Is 60,1) que ilumina os seus fiéis (cf. Sl 27,1; 34,6; Is 60,5) e os irá conduzir, em novo êxodo (cf. Ex 14,20), “com alegria, à luz da sua glória, com a misericórdia e a justiça que dele vêm” (Br 5,7). Luz que mora com Deus (Dn 2,22) e resplandece para os homens através da sua sabedoria, “espelho imaculado da atividade de Deus e imagem da sua bondade” (Sb 7,26), luz “mais bela do que o sol” – o qual só brilha durante o dia –, “e que supera todos os astros” – que só se veem durante a noite –; luz que “comparada à luz do dia, é superior, porque a luz cede lugar à noite, ao passo que o mal não domina sobre a sabedoria” (Sb 7,29-30). Os essénios de Qumran designavam-se “filhos da luz”, por oposição aos “filhos das trevas” (1QS 1,9-10; cf. supra Ef 5,8; Jo 12,36). E Jesus é apresentado por Mateus logo no início do seu ministério como “luz” (4,16; cf. Is 9,2; Jo 1,9).
O mesmo são os seus discípulos (batizados): “luz”, cuja missão é fazer chegar a toda “a terra” a luz de Cristo, o Evangelho. Tal é a sua missão: por isso são chamados “luz do mundo”. Uma designação que evoca o sol, que ilumina toda a terra (cf. Sl 19,4-6). Mas ao invés do sol, os seus discípulos não são chamados luz, enquanto fonte da mesma, mas, porque iluminados, como irradiação da luz de Deus, que os ilumina. Imagem esta que, além disso, pressupõe a anterior: os discípulos de Jesus só seão” luz do mundo”, se forem “sal da terra”. Jesus ilustra esta imagem com duas parábolas.
Na primeira parábola, Jesus indica a missão da comunidade em relação aos de fora: ser cidade situada sobre um monte (cf. 16,18). É uma alusão a Is 2,2-5; 60,1-3, onde se diz que Deus brilharia sobre Jerusalém, para, a partir dela, iluminar todos os povos (GnRab 59). Na linha dos cânticos do “Servo de Iavé”, onde o Servo é chamado “luz das nações” (Is 42,6ss; At 26,23) e identificado com Israel (Is 49,3.6; At 13,47), os judeus aplicavam Is 60,3 ao Povo de Deus, dizendo que ele devia ser um reflexo da luz de Deus diante de todos os povos (Midr Ct 1,3.15; cf. Rm 2,19). É o que os cristãos devem fazer, pessoal e comunitariamente, como “filhos da luz” (1Ts 5,5; Ef 5,8ss.13-17; 1Jo 1,5ss), iluminados por Cristo (cf. 2Cor 4,6; Ef 1,18): anunciar a todos, com a palavra e a vida, Jesus, a luz do mundo (cf. Jo 8,12; Fl 2,15s), “que destruiu a morte e fez brilhar a luz e a incorruptibilidade por meio do Evangelho” (2Tm 1,10).
- v. 15. Nem se acende uma lâmpada para a pôr debaixo do alqueire, mas no candelabro, onde brilha para todos os que estão na casa.
A segunda parábola tem a ver com a vida pessoal, familiar e comunitária. Uma lâmpada não se acende para se pôr debaixo do alqueire. O alqueire era uma caixa de madeira, de 15 litros, onde se guardavam os alimentos secos, que era posta na despensa, no fundo da casa. A lâmpada é acesa para a pôr sobre o candelabro (cf. 2Pd 1,19), na parte superior da casa, a fim de iluminar todos os que nela estão (cf. Mc 4,31; Lc 8,16; 11,33). Para isso, era necessário encher regularmente a lâmpada de azeite para manter viva a sua chama (25,3s.8s). Não pode reduzir-se a Palavra às estreitas dimensões do “alqueire” do ser humano (cf. 7,2; Mc 4,24), nem basta escutá-la; há que recebê-la com fé, aprofundá-la, discerni-la e pô-la em prática, no centro da própria vida, enchendo-a cada dia com “o óleo da alegria”, o Espírito Santo (cf. Sl 45,7; Is 61,3; Hb 1,9), para a levar aos outros, fazendo o bem “a todos os que estão em casa”, ou seja, primeiro aos da própria família, comunidade e ambiente; mas também a todos os homens (Lc 12,35), de modo que, iluminados pelo Evangelho, e renascidos pela graça, todos se possam sentir membros da “casa” comum do Pai, irmãos uns dos outros.
- v. 16. Do mesmo modo, brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus».
“Do mesmo modo”, como “luz do mundo”, ou seja, à semelhança da luz do sol, que alumia e aquece, de forma contínua, gratuita e generosa, a todos.
“Brilhe”: é o mandato de Jesus aos seus discípulos (cf. Is 42,6; Pv 4,18; Fl 2,15-16), um imperativo parenético que, na Bíblia, só aparece aqui em Mateus.
“A vossa luz”: não são os discípulos que devem brilhar, mas “a sua luz”, ou seja, Deus (Is 60,1.19-20!) e Jesus Cristo (4,16; 17,2; Lc 2,32), “Luz do mundo” (Jo 8,12; cf. Is 2,5; 10,17), que devem brilhar neles e através deles, pessoal e comunitariamente, por meio do Evangelho (cf. 2Cor 4,4.6; 2Tm 1,10cf. Is 9,1; Tb 13,13), apontando a todos o caminho da vida (cf. Is 60,3; Jo 11,9; 12,35). Luz que deve manifestar como: 1) luz da fé (cf. 1Pd 2,9; Jo 12,46, At 26,18; Ef 5,14; Hb 10,32) que ilumina os caminhos dos homens (Sl 119,105; Ef 5,8); 2) luz da “esperança” (Ef 1,18; 2Pd 1,19), estando sempre prontos a dar razão dela, com palavras repassadas de sabedoria (Cl 4,5s), a todos que a pedirem (1Pd 3,15); 3) e luz do amor (1Jo 2,8 ss; 1Ts 4,9; Gl 5,5s).
“Diante dos homens”, ou seja, diante de todos, bons e maus (5,44s), judeus e gentios, sem os julgar, nem fazer aceção de pessoas.
“Para que vejam as vossas boas obras”, as obras de misericórdia (Is 58,6-8; Sl 112,4-5) e de justiça (13,43; Pv 13,9), a que Jesus se refere no seu último discurso (25,35-36).
“E glorifiquem”: não fazendo as suas boas obras para “aparecerem” (6,16), serem “vistos” (6,1.5) e “glorificados” pelos homens, como os fariseus (6,2), mas para “glorificar a Deus” (1Pd 2,12; cf. 1Cor 10,31; Fl 1,11; Jo 15,8), edificando todos com o seu bom comportamento, pela prática da caridade (Fl 1,9-10).
“O vosso Pai que está nos Céus”: a fonte da prática destas boas obras é a relação única que os discípulos têm com Deus, que, por meio de Cristo, chamam “Pai que está nos céus”. É a primeira vez que aparece em Mateus esta designação de Deus, “Pai” (Mt, 44x) “que está nos céus”, típica do seu Evangelho (14x: v. 45; 6,1.9; 7,11.21; 10,32.33; 12,50; 16,17; 18,10.14.19; 11,25; Mc 11,25). “Céus”, reflete o original aramaico e hebraico, onde a palavra “céu” é usada no plural (Gn 1,1). Esta designação de Mateus combina admiravelmente, como nenhuma outra, o elemento imanente, íntimo, pessoal, da paternidade divina, “Pai”, com a sua transcendência e sublimidade, “que estás nos céus”.
No ritual do batismo até à reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, o sal era benzido e posto na boca da criança que ia ser batizada, simbolizando o dom da sabedoria que devia informar a vida do catecúmeno; e uma vela acesa era entregue ao neófito, a seguir à unção com o crisma e a imposição da veste branca, declarando que ele agora era luz no Senhor. Da mesma forma, Jesus evoca aqui a vocação batismal dos seus discípulos, dizendo-lhes que eles se devem comportar de acordo com aquilo que são n’Ele, não deixando de o pôr em prática e o levar a todos os homens.
O sal e a luz, tão necessários à vida do homem, são úteis porque se dão e servem desinteressadamente a todos. Da mesma forma, os cristãos só serão úteis às pessoas se viverem e transmitirem o Evangelho a todos, amando e servindo, à imagem de Cristo, com o mesmo amor gratuito e misericordioso do Pai. A justiça do Reino, Jesus Cristo, Luz do mundo, deve brilhar na sua vida pessoal, familiar, comunitária, social e eclesial, de modo que sejam outros “Cristos” e cheguem a todos, a informando todas as realidades e impregnando todas as dimensões da existência humana com a luz do Evangelho. Não para receber aplausos dos outros, mas para dar glória a Deus, levando a todos os homens a luz do Evangelho, para os ajudar a abraçá-la com fé, tornando-se eles mesmos “filhos da luz”.
Ler o texto outra vez... Em silêncio, escutar o que Deus diz, no segredo...
2) MEDITAÇÃO… PARTILHA… (Que me diz Deus nesta Palavra?)
a) Que frase me toca mais? b) Que diz à minha vida? c) Oração em silêncio…
d) Partilha… e) Que frase reter? f) Como a vou/vamos pôr em prática?
- Como vivo e testemunho o Evangelho? Procuro difundi-lo?
- Sou, dia a dia, sal que dá sabor, luz que ilumina? Para aqueles com quem lido todos os dias, sou uma personagem insípida, igual a todos os outros, ou uma nota de alegria, um sinal de esperança, uma chama de caridade, numa vida nova vivida ao jeito de Jesus, a saber a Evangelho?
3) ORAÇÃO PESSOAL… (Que me faz esta Palavra dizer a Deus?)
4) CONTEMPLAÇÃO… (Tudo apreciar em Deus, à luz da sua Palavra)
Salmo responsorial Sl 112, 4-9 (R. 4a)
Refrão: Para o homem reto, nascerá uma luz no meio das trevas.
Brilha aos homens retos, como luz nas trevas,
o homem misericordioso, compassivo e justo.
Ditoso o homem que se compadece e empresta
e dispõe das suas coisas com justiça. R.
Este jamais será abalado;
o justo deixará memória eterna.
Ele não receia más notícias:
seu coração está firme, confiado no Senhor. R.
O seu coração é inabalável, nada teme;
reparte com largueza pelos pobres,
a sua generosidade permanece para sempre
e pode levantar a cabeça com altivez. R.
Pai-nosso…
Oração conclusiva:
Guardai, Senhor, com paternal bondade a vossa família; e, porque só em Vós põe a sua confiança, defendei-a sempre com a vossa proteção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. T. Amen.
Ave Maria...
Bênção final. Despedida.
5) AÇÃO... (Caminhar à luz da Palavra, encarnando-a e testemunhando-a na nossa vida)
Fr. Pedro Bravo, O.Carm.