
Acolhimento. Sinal da cruz. Oração inicial. Invocação do Espírito Santo:
A. Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis
T. E acendei neles o fogo do vosso amor.
A. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado
T. E renovareis a face da terra.
A. Oremos. Senhor, nosso Deus, que iluminastes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, tornai-nos dóceis às suas inspirações, para apreciarmos retamente todas as coisas e gozarmos sempre da sua consolação. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amen.
1) LEITURA (Que diz o texto? Que verdade eterna, que convite/promessa de Deus traz?)
Conclusão do Evangelho segundo S. Mateus (28,16-20)
28,16Os onze discípulos foram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes tinha designado. 17E, quando o viram, adoraram-no, mas alguns duvidaram. 18Aproximando-se, Jesus falou-lhes, dizendo: «Foi-Me dada toda a autoridade no céu e sobre a terra. 19Ide, pois, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo 20e ensinando-os a guardar tudo o que vos mandei. E eis que Eu estou convosco todos os dias até à consumação do tempo».
Ler a primeira vez… Em silêncio, deixar a Palavra ecoar no coração… Observações:
Diversamente dos outros evangelistas, Mateus refere uma só aparição de Jesus ressuscitado aos “onze discípulos”, que redige e insere como conclusão final da sua obra, retomando o tema principal da mesma: Jesus é o Messias, o Deus connosco, cuja palavra, obra e salvação, se devem estender a todas as nações, cumprindo-se assim as promessas de Deus a Abraão. E assim como no seu Evangelho recolhe as palavras de Jesus em cinco discursos, também conclui a sua obra, não com palavras suas, mas deixando que seja o próprio Jesus, uma vez mais, a dirigir-se pessoalmente aos seus discípulos, a cada um dos destinatários do Evangelho.
O texto de hoje tem duas partes: a) a aparição de Jesus aos Onze (vv. 16-18); e b) o grande mandato missionário (vv. 19-20).
- v. 16. Os onze discípulos foram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes tinha designado.
"Os onze discípulos" (Mc 16,14; Lc 24,9.33; At 1,26) são os "Doze discípulos", "os Doze apóstolos" (10,1-2), que agora sem Judas Iscariotes, que traiu Jesus (10,4; 26,14s.47), ficaram reduzidos a onze, pois Judas Iscariotes, ao tomar consciência do que fizera, se tinha suicidado (27,3-5),
A aparição de Jesus aos onze é situada por Mateus, sem indicação de tempo, nem precisão de lugar, não em Jerusalém, mas na Galileia (he. "distrito", "região"). Porquê? Porque:
a) a Galileia foi o ponto de partida da missão de Jesus, bem como do chamamento e da missão dos Apóstolos. A missão da Igreja nasce da missão de Jesus, que se alargou, tomando corpo primeiro na missão dos apóstolos e estendendo-se depois a cada um dos membros da Igreja, de modo que o Evangelho seja anunciado sempre, por todos e em toda a parte, até ao fim dos tempos.
b) esta região é a “Galileia das nações” (4,15; Is 9,1), onde coabitavam gentios e judeus, sendo os primeiros mais numerosos, numa proporção de 2 para 1. A missão da Igreja, que começa agora, a partir da paixão, morte e ressurreição de Jesus, já não se restringe apenas “às ovelhas perdidas da casa de Israel” (10,6), mas destina-se a todas as gentes.
c) Quando Mateus escreve este Evangelho, Jerusalém já tinha sido destruída pelas tropas romanas, comandadas por Tito, no ano de 70 d.C. Antes, porém, no Inverno de 66-67 d.C., quando as tropas romanas começaram a avançar na Galileia, a comunidade cristã, obedecendo às palavras de Jesus (24,15-28), já tinha deixado Jerusalém e fugido da Judeia, primeiro para Pela, na Decápole (atual Jordânia: cf. Eus. Hist. eccl. 3.5.3), e, depois da conquista de Jerusalém, para a Galileia, o Líbano e a Síria. Mateus, no seguimento de Marcos, dá assim a entender que Jerusalém deixa, desde então, de ser a capital do Povo de Deus (cf. Lc 21,24), para o centro do novo Povo de Deus passar a ser o lugar onde Jesus convoca e reúne os seus discípulos (Mc 16,7 é mais preciso: à volta de Pedro), ou seja, o lugar onde eles vivem e trabalham, a Galileia da vida concreta: é aí que Jesus ressuscitado se encontra com os seus discípulos e os envia em missão – primeiro os apóstolos e, depois, neles, todos os membros da comunidade cristã, que os apóstolos representam.
O encontro ocorre num “monte” da Galileia. É o último dos oito montes (4,8 [1]; 5,1 [2].14 [3!]; 14,23 [4]; 15,29 [5]; 17,1 [6]; 21,1 [7]) que Mateus refere na sua obra, dos quais (exceto no caso do monte das Oliveiras: Zc 14,4), nunca indica o lugar preciso nem o nome, a fim de se destacar apenas o seu significado teológico. No AT, o “monte” é o lugar do encontro com Deus e da revelação. Este “monte” agora é Jesus, sobre o qual é edificada a Igreja, a nova Jerusalém, a partir da qual será anunciada a Palavra de Cristo, a nova lei de Deus, a todas as nações (5,14!; 16,18; Is 2,2-5; 66,20; Mq 4,2). E tal como Moisés, antes de morrer, contemplou do cimo do monte indicado por Deus a Terra Prometida e aí instituiu Josué como seu sucessor (Nm 27,12‑23; Dt 3,27s; 34,1-4), Jesus, o novo Moisés, confia aos seus discípulos a terra inteira para nela formar o novo Povo de Deus, que Ele, o novo Josué (o nome hebraico Iehoschua – em aramaico Ioschua – é traduzido para grego, pelos LXX, como Iesous, "Jesus"), introduzirá na verdadeira terra prometida, que é o Reino dos céus. E assim como foi num monte da Galileia que Jesus “começou a ensinar” (5,1), assim é também a partir daí que Ele envia os seus discípulos a "ensinar", não apenas ao povo de Israel, mas a todas as nações.
“Designar” (gr. tássô) tem aqui duplo significado: a) refere-se ao lugar da Galileia (26,32), indicado por Jesus na Última Ceia, tal como o anjo o recordou às mulheres quando lhes anunciou a ressurreição de Jesus (v. 7) e o próprio Jesus ressuscitado lhes mandou anunciar “aos seus irmãos” (v. 10); b) significa “instituir num serviço”, porque é agora que os Doze são constituídos apóstolos para todas as nações.
- v. 17. E, quando o viram, adoraram-no, mas alguns duvidaram.
Os apóstolos prostram-se por terra e “adoram” Jesus ressuscitado, pois é só então, a partir da Sua ressurreição, que Ele se lhes revela claramente como Deus, ou seja, como o único Senhor (he. Adonai; gr. Kyriós) a quem devem adorar (4,10).
“Alguns duvidaram”: Mateus refere aqui, descontextualizadas e sintetizadas nesta brevíssima expressão, as dúvidas e as dificuldades que os discípulos tiveram em acreditar na ressurreição de Jesus (Mc 16,10-14; Lc 24,25; Jo 20,25.27). A persistência de dúvidas nalguns deles, mesma na presença do próprio Cristo ressuscitado, mostra que não é a partir dos sentidos, nem apenas duma visão interior, mas da fé na Palavra que é possível encontrar-se com Jesus Ressuscitado e reconhecê-lo (cf. Jo 20,8s; 2Cor 5,16; Rm 10,8ss). Este encontro e este reconhecimento, porém, requerem um “salto na fé” tão grande e uma conversão interior tão profunda, que muitos, demasiado presos à letra da Lei ou aos seus próprios esquemas mentais, têm dificuldade de dar.
- v. 18. Aproximando-se, Jesus falou-lhes, dizendo: «Foi-Me dada toda a autoridade no céu e sobre a terra.
A segunda parte narra o grande mandato missionário de Jesus aos “onze discípulos” e, neles, a todos os membros da Igreja que eles representam (19,28).
“Aproximando-se deles” (17,7): pela ressurreição, Jesus não se separou dos seus discípulos, mas aproxima-se deles, ensinando-os assim a imitá-lo, tomando também eles a iniciativa de ir ao encontro dos outros, neste caso, de toda a humanidade.
Depois, revela-lhes que, graças à sua ressurreição, "Lhe foi dada" (é um passivo divino; subentende-se: por Deus. Cf. a paródia diabólica, sobre o primeiro monte, em 4,9), “toda a autoridade”. É a décima e última vez que o termo "autoridade" (gr. exousía) aparece em Mateus, simbolizando o número dez, em hebraico, a totalidade. Mateus indica assim que, pela sua paixão, morte e ressurreição, "foi dada" a Jesus, enquanto "Filho do homem", tal como tinha sido anunciado por Dn 7,13-14, toda a autoridade, ou seja, todo o poder, toda a potestade divina (11,27; Lc 10,22; Jo 3,35).
Esta autoridade é exercida por Jesus sobre tudo, “no céu e sobre a terra”, unindo-os (cf. Ef 1,20ss; Ap 12,10). Jesus é apresentado assim, à luz da tradição judaica, como o novo Moisés (ExRab 12,75a) que inaugura o novo êxodo do novo povo de Deus, êxodo este que se estenderá a toda a humanidade, libertando-a da morte e fazendo-a sair do Egito do pecado (1,21), para a introduzir na verdadeira terra da promissão, o Reino dos céus.
Porque divina, esta autoridade de Jesus é universal, abarcando "o céu e a terra", estendendo-se aos anjos, a todos os homens de todos os tempos (vivos ou mortos) e a toda a criação (22,32; 25,32), como o adjetivo “todo” (gr. pãs, "todo", "tudo" e "cada um", 4x no presente texto: vv. 18ss) indica.
- v. 19. Ide, pois, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
“Ide” é o mandato missionário (7,10; Mc 16,15; 2Rs 2,16). O particípio aoristo passivo indica que a missão não é uma ação pontual, mas constante, ao longo da história, destinando-se a todos, em todo o tempo e lugar. A Igreja, nascida da missão de Jesus, é, por sua natureza, missionária.
Jesus explicita o mandato que lhes transmite em cinco pontos:
1) a missão é universal, já não se limita apenas ao povo de Israel (10,5s), mas destina-se a “todas as nações” (24,14p; 26,13; At 1,8; Cl 1,23). O AT tinha duas palavras para designar o que nós hoje chamamos povo: "povo" (he. 'am; gr. laós), o povo de Deus, propriamente dito; "nação" (he. gôy; gr.éthnos; "gentios"), aquelas pessoas e povos que não faziam parte de Israel. Cumprir-se-á assim a promessa de Deus a Abraão (3,9; 8,11) de, na sua descendência ("descendência" esta que é Jesus: 1,1; Gl 3,16), serem "abençoadas todas as nações da terra" (Gn 12,3; 22,18).
2) A missão articula-se em três etapas:
i) “fazei discípulos de todas as nações”. É a primeira etapa, a evangelização. "Evangelizar" é pregar o querigma (1Cor 15,3-5), por palavras e obras, no poder do Espírito (cf. Rm 15,19; 2Cor 12,12; Gl 3,5; 1Ts 1,5; Hb 2,4), a todas as gentes, ou seja, a todos aqueles que ainda não conhecem Deus e/ou Jesus Cristo, de modo que se possam arrepender e converter a Jesus e o queiram seguir como discípulos;
ii) “batizar” (gr. "mergulhar", “imergir”: 2Rs 5,14) os que acreditaram no Evangelho (Mc 16,16; At 2,38; 8,12). É a segunda etapa, a iniciação cristã: fazer renascer e participar na vida divina os que escutaram a Palavra, se arrependeram e confessam a Jesus Cristo como o Senhor, a fim de viver a vida nova do Evangelho.
“Em nome” (eis ónoma: 10,41s; 18,20; 24,9): o Nome designa a pessoa (6,9), sendo doravante a presença libertadora e salvífica da Trindade o novo e definitivo “memorial” de Deus no meio do Seu povo (Ex 3,15). Pelo batismo (expressão que designa os três sacramentos de iniciação cristã: batismo, crisma e Eucaristia), o crente nasce de novo, é unido a Cristo e feito filho de Deus, tornando-se morada do Espírito Santo e participante da vida divina, ficando assim capacitado para seguir Jesus como seu Senhor, no seio da sua família, a Igreja, vivendo como seu discípulo;
- v. 20. E ensinando-os a guardar tudo o que vos mandei. E eis que Eu estou convosco todos os dias até à consumação do tempo».
iii) “Ensinar” (5,2; 13,54; 21,24; 22,16). É a terceira etapa: ajudar os que já renasceram pelo batismo e receberam o dom do Espírito Santo a viver segundo a sua nova condição. "Ensinar" e evangelizar (4,23; 9,35; 11,1) eram as atividades fundamentais de Jesus, que os seus discípulos continuam, destinando-se a primeira aos membros do povo de Deus que já conheciam a Sua Palavra, e a segunda, àqueles que ainda não conheciam Deus e a Sua Palavra. “Ensinar” consiste em anunciar aos batizados todo o desígnio salvífico de Deus e mostrar-lhes a sua vontade (5,19), de modo que possam progredir na vida cristã, pondo em prática o Evangelho (3,10; 7,21.24; 12,50; 21,31ss) em todos os aspetos e dimensões da sua existência, imitando Jesus (10,25).
“Tudo o que vos mandei”. A expressão evoca:
a) a fidelidade à Palavra (5,19; Ex 23,22; Dt 6,25; 8,1; 13,1. 19; 28,1; 30,16; 32,46; Js 22,2). Eles devem transmitir integralmente a palavra de Jesus, o Evangelho – não as suas próprias ideias, opiniões ou preferências pessoais –, ensinando os outros a "guardá-lo", ou seja, a conservá-lo vivo, na mente e no coração, para o observar, o "pôr em prática". Na Igreja primitiva, o ensino, assente na palavra de Deus, sobretudo no Evangelho, e dirigido à vida, fazia-se depois do batismo, sacramento que se recebia imediatamente a seguir ao querigma (At 2,41s), a primeira fase da evangelização, durante a qual se transmitia o núcleo essencial da fé (Hb 6,1s).
b) a atividade profética (Ex 25,22; Jr 1,7.17). Apesar da oposição do mundo (5,12s; 10,18.22.25; 23,34; 24,9), os discípulos, tal como os profetas, não devem deixar de anunciar o Evangelho a todos.
3) A profissão de fé trinitária, a mais clara e concisa do NT (v. 19): Deus é Trindade, uma comunhão de três Pessoas divinas, iguais e distintas, que são um só Deus, como mostra o polissíndeto (“e”) em que o único “Nome” de Deus as une e rege por igual (cf. 1Cor 12,4-6; 2Cor 13,13).
4) A promessa de Jesus: “Eu estarei convosco todos os dias” (Dt 31,23; Js 1,5.9; Is 41,10; 43,2; Jr 1,19; Ag 1,13; 2,4s; At 18,10; 2Tm 4,17). O Evangelho conclui como começou, formando a grande inclusão mateana: Jesus é o Messias, o Emanuel, "o Deus connosco" (1,23; Is 7,14; Is 8,10), cumprindo no seio do novo Povo de Deus (a Igreja: 18,20), a grande promessa do AT: a de Deus habitar sempre, “todos os dias”, no seio do seu povo (Ex 29,45; Ez 37,26s; Zc 2,14s; 8,23; 2Co 6,16), doravante espalhado e estendendo-se a todas as gentes e nações.
5) A duração da missão. A missão durará "até à consumação do tempo” (gr. aiôn: “século”, "era"). A expressão, no singular, é própria de Mateus (13,39s.49; 24,3). Designa o último dia do “fim dos tempos” (Dn 8,19; 9,25; 11,35; 12,4; Hb 2,9; Gl 4,4; Ef 1,10), determinado pelo Pai (24,36), em que Jesus virá, os mortos ressuscitarão e todos serão julgados por Ele (13,49; 24,3; cf. 25,31). Então o universo será "consumido" pelo fogo do amor de Deus e desaparecerá (13,40; 2Pd 3,12), dando lugar aos novos céus e à nova terra (2Pd 3,13), que, assumidos pela vida, participarão da ressurreição de Jesus de uma forma que só Deus conhece, na eternidade prometida (13,43; 25,46), sendo então, finalmente, Deus tudo em todos (1Cor 15,28).
O Evangelho de Mateus termina assim com uma mensagem de fé e de esperança, destinadas a toda a humanidade, da qual Jesus, o Filho de Deus, se tornou irmão (v. 10), nascendo como "filho de David, filho de Abraão" (1,1), ou seja, como "Filho do homem" (16,13; 25,31; 26,64).
Ler o texto outra vez... Em silêncio, escutar o que Deus diz no segredo...
2) MEDITAÇÃO… PARTILHA… (Que me diz Deus nesta Palavra?)
a) Que frase me toca mais? b) Que diz à minha vida? c) Oração em silêncio…
d) Partilha e) Que frase reter? f) Como a vou / vamos pôr em prática?
- Sou discípulo de Jesus? Acredito na sua ressurreição? Conheço a sua Palavra, para ler à sua luz a minha vida e a história, e a praticar?
- Sou Igreja? Como tenho cumprido o mandato missionário de Jesus em casa, no trabalho, na paróquia, no grupo? A quem ainda não fui?
3) ORAÇÃO PESSOAL… (Que me faz esta Palavra dizer a Deus?)
4) CONTEMPLAÇÃO… (Saborear a Palavra em Deus, deixando que ela toque e me inflame o coração)
Salmo responsorial Sl 47,2-3.6-9 (R. 6)
Refrão: Ergue-Se Deus, o Senhor, em júbilo e ao som da trombeta.
Povos todos, batei palmas,
aclamai a Deus com brados de alegria,
porque o Senhor, o Altíssimo, é terrível,
o Rei soberano de toda a terra. R.
Deus subiu entre aclamações,
o Senhor subiu ao som da trombeta.
Cantai hinos a Deus, cantai,
cantai hinos ao nosso Rei, cantai. R.
Deus é Rei do universo:
cantai os hinos mais belos.
Deus reina sobre os povos,
Deus está sentado no seu trono sagrado. R.
Pai-nosso…
Oração conclusiva:
Deus todo-poderoso, fazei-nos exultar em santa alegria e em filial ação de graças, porque a ascensão de Cristo, vosso Filho, é a nossa esperança: tendo-nos precedido na glória como nossa Cabeça, para aí nos chama como membros do seu Corpo. Ele que é Deus e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. T. Amen.
Ave-Maria...
Bênção final. Despedida.
5) AÇÃO... (Caminhar à luz da Palavra, encarnando-a e testemunhando-a na nossa vida, unidos a e em Cristo)
Fr. Pedro Bravo, O.Carm.