Beato Tiago Retouret, presbítero e mártir
Memória facultativa: O. Carm.
O beato Tiago Retouret (1746-1794) faz parte de um grupo de 64 sacerdotes, representando 547 sacerdotes e religiosos que morreram amontoados como animais em dois navios de negreiros na pequena baía de Rochefort, diocese de La Rochelle (França) durante o período mais violento da Revolução francesa. Quando soube da nulidade do juramento da Constituição Civil do Clero, retractou oficialmente o seu assentimento, sendo por isso declarado inimigo do povo que tinha servido como frade observante e pregador no convento de Limoges. Depois de ter sofrido juntamente com os seus companheiros ultrajes, crueldades, privação de todo o conforto espiritual, atormentado especialmente pelo frio, “sofreu uma dolorosa ciática que por longo tempo pôs à prova a sua paciência; mas nunca perdeu a coragem” (testemunha ocular). Morreu, vitimado pela peste, no dia 26 de Agosto de 1794, e foi sepultado na ilha de Madame. Foi beatificado juntamente com os outros 63 companheiros de prisão por João Paulo II no dia 1 de Outubro de 1995.
O dado divulgado por um novo relatório do Unicef faz parte de um quadro ainda mais amplo: são, no total, 3,7 milhões de crianças afetadas pela desnutrição no país, marcado por décadas de guerra e que, há cinco anos, está novamente sob o controle do Talibã. O programa da ONU para a nutrição no Afeganistão necessita de cerca de 180 milhões de dólares em 2026, mas, até o momento, apenas 22% desse montante foi financiado
Em Moçambique iniciam nesta quarta-feira, 26 de agosto as celebrações das exéquias do Bispo emérito de Pemba e membro da Conferência Episcopal de Moçambique, Dom Januário Machaze Nhangumbe. Culminarão na quarta-feira, 2 de setembro com o sepultamento no Cemitério de Lhanguene, em Maputo. Dom Januário Machaze, faleceu de doença, no Hospital Central da capital moçambicana, no domingo, 23 de agosto, aos 92 anos de idade.
No Meeting de Rimini, entrevistamos Anna Medeossi, a quem foi confiado o cuidado de Notre-Dame de Santa Cruz, em Orã, na Argélia. Uma história de encontro, fé e escuta.