Beata Arcângela Girlani, religiosa
Memória facultativa: O. Carm.
Nascida em Trino Vercellese, na Itália Setentrional, em meados do séc. XV, tomou o hábito carmelita em Parma, onde também veio a ser prioresa. Mais tarde exerceu o mesmo cargo no novo Mosteiro de Mântua, por ela fundado, onde morreu no dia 25 de Janeiro de 1495. Animada por um vivo sentido da presença do Deus uno e trino, distinguiu-se pela sua especial devoção à SS. Trindade. Em colaboração com o Padre-Geral B. João Soreth, e seguindo as Constituições por ele renovadas, favoreceu uma observância viva do espírito do Carmelo nos mosteiros que lhe tinham sido confiados. O seu culto imemorial foi aprovado a 1 de Outubro de 1864 pelo Papa Pio IX.
Ao chegar ao município da região dos Castelos Romanos, a cerca de 25 Km de Roma, o Papa apareceu brevemente na varanda do Palácio Apostólico para saudar os fiéis que o aguardavam na Praça da Liberdade. O Papa agradeceu pela acolhida e reiterou a importância do encontro entre irmãos e irmãs.
Em uma carta ao bispo de Lodi, na Itália, assinada pelo secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, por ocasião do "27º Columbanus Day", o Papa ressalta que somente a piedade divina pode infundir nos corações sentimentos de autêntica solidariedade e “fazer com que os inimigos estendam a mão uns aos outros”. Ele lembra, além disso, a recente visita pastoral realizada na região de Lodi e a homenagem a Santa Francesca Saverio Cabrini.
Em uma mensagem em vídeo para o encerramento da Peregrinação Eucarística Nacional, Leão XIV exorta a redescobrir a herança do dom da fé na história do seu país natal. Um patrimônio que reconhece o valor do passado, mas também olha para o futuro, como “fonte de renovação e de unidade”.