SANTO ELIAS, Profeta,
(pai e) inspirador ideal da N.O.
SOLENIDADE: O. Carm. - Festa: O.C.D.
O profeta Elias é apresentado nas Sagradas Escrituras como o homem de Deus que caminha na presença do Senhor, e que, abrasado de zelo, luta pela defesa do culto do único Deus verdadeiro. Defendeu os direitos de Deus num desafio público, realizado no monte Carmelo entre ele e os sacerdotes de Baal. Entregou-se à íntima experiência do Deus vivo no monte Horeb. Nele se inspiraram os primeiros eremitas que, seguindo os Santos Padres, o tomaram por Pai e Guia da vida eremítica e monástica, iniciaram no séc. XII no Monte Carmelo um novo estilo de vida que está na origem da Ordem dos Irmãos da Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo. Por este motivo, o profeta Elias é considerado como sendo o modelo inspirador e Fundador ideal da Ordem. O seu culto litúrgico, atestado desde a Antiguidade neste dia entre as Igrejas orientais, propagou-se na Ordem a partir de 1551.
Organizada pela Fraternidade de Comunhão e Libertação, a caminhada ocorreu na noite de sábado para domingo, após a missa presidida pelo cardeal vigário Baldassare Reina. O Pontífice encorajou os participantes a “crescerem no caminho de seguimento de Jesus”.
As palavras do prefeito do Dicastério para o Clero, ex-arcebispo de Daejeon, na homilia da missa pela paz e reconciliação entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, na presença do presidente de Seul, Lee Jae-myung, que nesta segunda-feira, 15 de junho, será recebido em audiência pelo Papa. O desejo de poder testemunhar ao mundo “que o diálogo é mais forte que o confronto, a reconciliação mais forte que o ódio e a confiança mais forte que o medo”.
Novos ataques atingem dezenas de áreas do sul, em uma operação militar que o exército israelense define como “demolição em grande escala”. A população, tomada pelo pânico, saiu às ruas gritando e chorando. Situação extremamente difícil também em Sidon, onde, há quarenta e oito horas, um míssil quase atingiu a sede da eparquia maronita. Padre Eid Bou Rached: “nós, aqui, agora dizemos que a morte se tornou vizinha de nossas casas”.