SANTO ELIAS, Profeta,
(pai e) inspirador ideal da N.O.
SOLENIDADE: O. Carm. - Festa: O.C.D.
O profeta Elias é apresentado nas Sagradas Escrituras como o homem de Deus que caminha na presença do Senhor, e que, abrasado de zelo, luta pela defesa do culto do único Deus verdadeiro. Defendeu os direitos de Deus num desafio público, realizado no monte Carmelo entre ele e os sacerdotes de Baal. Entregou-se à íntima experiência do Deus vivo no monte Horeb. Nele se inspiraram os primeiros eremitas que, seguindo os Santos Padres, o tomaram por Pai e Guia da vida eremítica e monástica, iniciaram no séc. XII no Monte Carmelo um novo estilo de vida que está na origem da Ordem dos Irmãos da Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo. Por este motivo, o profeta Elias é considerado como sendo o modelo inspirador e Fundador ideal da Ordem. O seu culto litúrgico, atestado desde a Antiguidade neste dia entre as Igrejas orientais, propagou-se na Ordem a partir de 1551.
Novos ataques atingem dezenas de áreas do sul, em uma operação militar que o exército israelense define como “demolição em grande escala”. A população, tomada pelo pânico, saiu às ruas gritando e chorando. Situação extremamente difícil também em Sidon, onde, há quarenta e oito horas, um míssil quase atingiu a sede da eparquia maronita. Padre Eid Bou Rached: “nós, aqui, agora dizemos que a morte se tornou vizinha de nossas casas”.
Notícias do Vaticano em latim com tradução para o italiano, transmitidas todos os domingos. No resumo de hoje: a quarta viagem apostólica de Leão XIV à Espanha, o relato das duas primeiras etapas em Madri e Barcelona. O semanário de informação — em colaboração com o Escritório de Letras Latinas da Secretaria de Estado — também é divulgado em podcast no Vatican News.
Sistema de saúde em colapso, ataques de milícias e o Ebola Bundibugyo ainda sem vacina: o leste da República Democrática do Congo está-se tornando um barril de pólvora epidemiológico, à medida que as infecções continuam a se espalhar, junto com numerosas mortes. O sindicato declara: "Garantiremos o funcionamento dos serviços mínimos de emergência para os casos mais críticos. Mas, não podemos exigir que os médicos sejam mártires de estômago vazio".