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Beato Isidoro Bakanja, terceiro carmelita, mártir
Sexta-feira 12 agosto 2016, 08:00am - 05:00pm
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Beato Isidoro Bakanja, terceiro carmelita, mártir

Memória facultativa: O. Carm.

Nasceu por volta de 1885 no Congo belga (Zaire). Foi baptizado ainda adolescente, sendo o primeiro católico da sua região. Nutriu uma especial devoção a Maria através do rosário e do Escapulário. Zelosamente dedicado à difusão do cristianismo através da oração e de obras de caridade, recusou tirar o Escapulário, sendo, por isso, flagelado sem piedade. Morreu seis meses mais tarde, no dia 15 de Agosto de 1909, rezando pelo seu algoz. Foi beatificado por João Paulo II no dia 24 de Abril de 1994.

Liturgia do dia

  • DOMINGO XI DO TEMPO COMUM
    Verde – Ofício do domingo (Semana III do Saltério). Te Deum. † Missa própria, Glória, Credo, pf. dominical. L 1: Ex 19, 2-6a; Sl 99 (100), 2. 3. 5 L 2: Rm 5, 6-11 Ev: Mt 9, 36 – 10, 8 * Proibidas as Missas de defuntos, exceto a exequial. * Na Congregação das Irmãs Adoradoras Escravas do Santíssimo Sacramento e da Caridade – I Vésp. de S. Maria Micaela do Santíssimo Sacramento. * II Vésp. do domingo – Compl. dep. II Vésp. dom.

Notícias do Vaticano

  • Médicos em greve na RDC: a OMS declara alerta máximo do Ebola

    Sistema de saúde em colapso, ataques de milícias e o Ebola Bundibugyo ainda sem vacina: o leste da República Democrática do Congo está-se tornando um barril de pólvora epidemiológico, à medida que as infecções continuam a se espalhar, junto com numerosas mortes. O sindicato declara: "Garantiremos o funcionamento dos serviços mínimos de emergência para os casos mais críticos. Mas, não podemos exigir que os médicos sejam mártires de estômago vazio".

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  • ACNUR: “número de refugiados diminui no mundo, mas aumentam os retornos forçados”

    De acordo com o ‘Relatório de Tendências Globais de 2026 do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), muitas pessoas retornam aos seus países de origem em contextos instáveis e coagidos. A agência da ONU pretende reduzir pela metade o número de refugiados no exílio até 2035. Declaração de Filippo Ungaro: "Estas pessoas não querem permanecer em uma situação de limbo, mas esperam retornar para casa o mais rápido possível".

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  • Pobreza, guerra e exploração: milhões de crianças continuam a trabalhar

    Apesar de uma redução significativa, nos últimos vinte e cinco anos, o trabalho infantil continua a afetar 138 milhões de crianças em todo o mundo, entre as quais 54 milhões trabalham em condições perigosas. Gianni Rosas, diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT), na Itália e São Marino, faz uma análise das causas e soluções.

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Santos Carmelitas