Beata Maria de Jesus Crucificado, virgem
Memória facultativa
Miriam Baouardy, descendente de uma família de rito greco-melquita católico, nasceu em Abellin (Galileia, Israel) em 1846. Em 1867 ingressou no mosteiro das Carmelitas Descalças de Pau (França), e emitiu a profissão em Mangalore, na Índia, para onde tinha ido em 1870 como co-fundadora do Carmelo. Regressou a França em 1872 e em 1875 foi transferida para a Terra Santa, tendo erigido um Carmelo em Belém e projectado outro em Nazaré. Insigne pelos dons sobrenaturais com que foi enriquecida, distinguiu-se particularmente pela humildade e sobressaiu por uma devoção extraordinária ao Espírito Santo. Dedicou um profundo amor à Igreja e ao Romano Pontífice. Morreu em Belém no dia 26 de Agosto de 1878 e foi beatificada por João Paulo II a 13 de Novembro de 1983.
A visita pastoral do Papa Leão XIV neste sábado (04/07), na ilha italiana de Lampedusa, foi concluída com a missa no Campo Esportivo "Arena", na localidade Salina. Confira a íntegra da homilia do Pontífice.
Foi há um ano, neste 3 de julho. Estava eu em Paris numa reunião mundial dos Espiritanos quando os colegas me começam a informar que o Diogo Jota, do Liverpool, morreu. Eu sorrio - perante o que considerava ser ignorância deles – e explico-lhes que não: ‘o Diogo casou na Igreja!’. Mas, a insistência de outros levou-me à internet onde a dramática notícia estava já em todas as redes: o Diogo e o André foram vítimas de um brutal acidente rodoviário.
"O fato de vocês terem decidido intitular o Cais Favaloro com o nome do Papa Francisco é um sinal do vínculo que o meu predecessor estabeleceu com a comunidade de vocês e com os irmãos e irmãs migrantes: o Papa esteve ao lado de vocês neste período tão difícil para vocês. E hoje estou aqui para lhes dizer que o Papa continua a acompanhá-los, a apoiá-los e a encorajá-los", disse Leão XIV na saudação que precedeu a missa no Campo Esportivo de Lampedusa, na manhã deste sábado (04/07).