Beata Arcângela Girlani, religiosa
Memória facultativa: O. Carm.
Nascida em Trino Vercellese, na Itália Setentrional, em meados do séc. XV, tomou o hábito carmelita em Parma, onde também veio a ser prioresa. Mais tarde exerceu o mesmo cargo no novo Mosteiro de Mântua, por ela fundado, onde morreu no dia 25 de Janeiro de 1495. Animada por um vivo sentido da presença do Deus uno e trino, distinguiu-se pela sua especial devoção à SS. Trindade. Em colaboração com o Padre-Geral B. João Soreth, e seguindo as Constituições por ele renovadas, favoreceu uma observância viva do espírito do Carmelo nos mosteiros que lhe tinham sido confiados. O seu culto imemorial foi aprovado a 1 de Outubro de 1864 pelo Papa Pio IX.
Em sua saudação no simpósio realizado no Angelicum sobre o tema “Construir a fraternidade por meio do diálogo e da colaboração”, o prefeito do Dicastério para o Diálogo Inter-religioso reafirma o papel das diferentes tradições religiosas na defesa e na promoção da paz em um mundo cada vez mais fragmentado e polarizado
O cardeal secretário de Estado participa da cerimônia de posse como novo membro honorário da Academia do Reino de Marrocos, em Rabat. Em seu discurso, ele destaca a convergência de pontos de vista entre a Santa Sé e o país africano e exorta a não encarar a fraternidade com uma “visão puramente utilitarista”, passando da “tolerância” para com o próximo, com quem se compartilha um espaço de direitos, a uma acolhida autêntica.
Kinday Shamba e Lena Savelli falam à mídia vaticana sobre o valor “além do protocolo” da visita do Papa Leão XIV à sede do Programa Mundial de Alimentos (PAM), em Roma. Elas desmontam alguns preconceitos sobre a falta de alimentos – “a produção local é constante, o problema diz respeito ao acesso e às crises” – e revelam as escolhas dolorosas que a falta de recursos as obriga a fazer.