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Apesar das generosas tentativas dos santos Paulo VI e João Paulo II, da decisão de revogar a excomunhão tomada por Bento XVI e das faculdades concedidas por Francisco, com as consagrações ilícitas realizadas contra a vontade do Papa, a Fraternidade volta a separar-se de Roma.
Um documento assinado pelo cardeal-prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé define como “ato de natureza cismática” o rito celebrado em 1º de julho. Em uma nota explicativa, são detalhadas as consequências da grave sanção canônica.