S. Rafael Kalinowski de S. José, presbítero
Memória
Oriundo de uma família polaca, nasceu em Vilna (Lituânia) no dia 1 de Setembro de 1835. Por ter participado no movimento de libertação da Polónia, foi condenado a dez anos de trabalhos forçados na Sibéria. Em 1877 ingressou nos Carmelitas Descalços onde se ordenou sacerdote em 1882. Distinguiu-se no zelo pela unidade da Igreja e pela incansável dedicação ao ministério do sacramento da reconciliação e da direcção espiritual. Restaurou a Ordem na Polónia, desempenhando aí diversos cargos de governo. Morreu em Wadovice, no dia 15 de Novembro de 1907. Foi beatificado a 22 de Junho de 1983 e canonizado no dia 17 de Novembro de 1991 por João Paulo II.
Ao venerar a relíquia do coração de Santa Francisca Xavier Cabrini, na Basílica que leva seu nome em Sant’Angelo Lodigiano, Leão XIV destaca a atualidade da mensagem da padroeira dos migrantes, que alcançava todos os lugares, desde os casebres até as prisões. Ele exorta os jovens a conhecerem os ideais da primeira santa canonizada dos Estados Unidos e cita seus escritos: “nenhuma terra é longe demais, nenhuma pessoa está ferida demais para o amor do Coração de Jesus”
Leão XIV chega à Praça da Vitória, após uma parada na Catedral, recebido com entusiasmo pelos fiéis. Em seu discurso aos cidadãos, ele lembra que Pavia é uma cidade próspera em bens e virtudes, e exorta a Igreja local a evangelizar como “fogo da fé e lar da caridade”. “A razão humana questiona e planeja — explica ele —, mas descobre novas maneiras de cuidar de si mesma e do mundo”
Ao chegar à Praça do Duomo, o Papa dirige algumas palavras às cerca de 1.500 pessoas que o aguardavam. Para saudá-lo, estavam alguns jovens do Grest e da comunidade peruana, entre eles uma menina que lhe fez perguntas, especialmente sobre a violência no mundo. Leão XIV exorta os fiéis de Pavia a serem “uma comunidade viva”, a se tornarem “construtores da paz e promotores da reconciliação”