Beata Maria dos Anjos, virgem
Memória facultativa: O.C.D.
Nasceu em Turim no dia 7 de Janeiro de 1661. Entrou no convento das carmelitas descalças da sua cidade natal em 1675. Foi repetidas vezes superiora da comunidade e responsável pela formação das noviças, nas quais inculcou os ensinamentos de Santa Teresa. Nas suas contínuas noites do espírito deixou-nos inumeráveis exemplos de amor ardente a Deus e ao próximo. Cultivou a oração com perseverança, sendo também com os seus sábios conselhos instrumento de paz e de concórdia para os seus concidadãos. Nutriu uma especial devoção por S. José, tendo fundado em sua honra um mosteiro em Moncalieri. Entrou na glória eterna no ano 1717 e foi beatificada no dia 25 de Abril de 1865 pelo Papa Pio IX.
Nas saudações após o Angelus, o Papa assegura suas orações pelas vítimas do acidente com ônibus que levava time de basquete, deixando 7 mortos no Ceará. Lembra o 75º Dia Mundial do Refugiado, comemorado no sábado, 20 de junho, e deseja que as consciências dos líderes das nações sejam iluminadas pela Convenção sobre o Estatuto dos Refugiados. Ele também saúda os membros do Diálogo Internacional Católico-Pentecostal presentes na Praça de São Pedro, recordando que “a Igreja acredita enquanto reza"
Na alocução que precedeu ao Angelus dominical, a exortação de Leão XIV a testemunhar o Evangelho “mesmo onde seu valor não é compreendido ou aceito”. O convite é para sermos mansos e perseverantes, enraizando a fé e a missão em uma relação intensa com Deus: a contemplação não é uma experiência exclusiva de certos eremitas. “Continuar a transmitir a todos, em todas as circunstâncias, sua mensagem de esperança, de amor e de paz. O mundo precisa muito disso!”