Beatos João Baptista, Miguel Luís e Tiago, mártires
Memória facultativa: O.C.D.
Na pequena baía de Rochefort, diocese de La Rochelle (França), morreram amontoados em dois navios 547 sacerdotes e religiosos durante a Revolução Francesa. Entre eles estavam, pelos menos, três carmelitas descalços: P. João Baptista Duverneuil, nascido em Limoges em 1759, que morreu por privações e doenças no dia 1 de Julho de 1794, na idade de 35 anos; P. Miguel Luís Brulard, nascido em Chartres no dia 26 de Julho de 1758, que morreu no dia 25 de Julho de 1794, na idade de 36 anos; e P. Tiago Gagnot, nascido em Frolois em 1753, e que morreu no dia 10 de Setembro de 1794, na idade de 41 anos. O amor incondicional a Cristo, o apego e a fidelidade à Igreja, a compaixão para com todos, o perdão para com os próprios perseguidores foram algumas das virtudes destes filhos de Santa Teresa. Foram beatificados por João Paulo II no dia 1 de Outubro de 1995, juntamente com outros 61 mártires, mortos nas mesmas circunstâncias.
Os destaques do boletim de hoje incluem: a catequese da Audiência Geral dedicada à Constituição "Gaudium et Spes, a missa celebrada pelo Papa no Borgo Laudato si' no Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, e a proximidade do Pontífice à Colômbia.
Ao receber as Adoradoras Perpétuas do Santíssimo Sacramento em peregrinação a Roma, Leão XIV sublinhou a importância da busca constante pela face de Cristo: "É necessária uma espiritualidade eucarística, isto é, uma espiritualidade de unidade eclesial no amor". "A fidelidade à sabedoria antiga e sempre nova do Evangelho é o melhor caminho para aqueles que, guiados pelo Espírito Santo, se dedicam a amar a Deus e ao próximo", disse o Papa.
A primeira atitude do cristão é ir em direção ao pecador e tratá-lo como irmão, com respeito e atenção.