12 de agosto – Beato Isidoro Bakanja, mártir

Nascido entre 1880 e 1890 em Bokendela (Zaire), Isidoro Bakanja é membro da tribo Boangi.

Aparentemente, é um dos muitos jovens de uma qualquer aldeia do Congo. Não é certamente uma pessoa a quem tirar o chapéu. Desde pequeno, teve de trabalhar como pedreiro ou no campo, para viver. Converteu-se ao cristianismo em 1906.

É simplesmente um jovem coerente, nada meticuloso, que não se desviava de nenhum compromisso por conveniência e que estava atento quase sem se aperceber.

Foi, sem dúvida, sustentado no caminho da rectidão moral pela graça do Espírito de Deus, que é Espírito de força e de verdade, de amor e de bondade, de serenidade, de perdão e de paz. E também Maria Santíssima, Mãe terna e forte, cujo escapulário carregou com força e orgulho, e por quem se sentiu protegido e fortalecido, e sobretudo identificado como cristão e testemunha da fé.

O escapulário de Nossa Senhora do Carmo foi o sinal claro da sua pertença a Cristo e exprimiu o seu compromisso de o confessar com a gloriosa disponibilidade de partilhar a sua fé com os outros, ao preço da sua vida.

Precisamente por causa do escapulário foi levado ao martírio, dando o testemunho supremo de quem sabe em quem depositou a sua confiança.

Conhecer este jovem é tão interessante e benéfico como conhecer uma pessoa completa, um Homem maiúsculo: um homem que acredita na vida, que acredita nos valores, que é capaz de grandes ideais em qualquer situação em que se encontre. (Farronato, Isidoro Bakanja, Mártir: Mártir do Escapulário, 2024)

Enquanto trabalhava nos alojamentos dos colonizadores numa plantação de Ikili, os seus empregadores proibiram-no de cristianizar os seus colegas de trabalho. A 22 de abril de 1909, o encarregado da fábrica, depois de ter arrancado o escapulário de Nossa Senhora do Carmo, que Isidoro usava como expressão da sua fé cristã, mandou açoitá-lo até sangrar.

Como consequência das feridas deste castigo sofrido pela sua fé, suportado com paciência, perdoando o seu agressor, faleceu em 15 de agosto de 1909.

Foi beatificado por João Paulo II em 24 de abril de 1994.

Fonte: CITOC online

Liturgia do dia

  • Sábado da semana X
    S. António de Lisboa, presbítero e doutor da Igreja, Padroeiro de Portugal – FESTA Branco – Ofício da festa. Te Deum. Missa própria, Glória, pf. dos santos pastores da Igreja. L 1: Sir 39, 8-14 (gr. 6-11); Sl 18 B (19B), 8. 9. 10. 11 Ev: Mt 5, 13-19 * Proibidas as Missas de defuntos, exceto a exequial. * No Patriarcado de Lisboa – S. António de Lisboa, Padroeiro principal da cidade de Lisboa. Em Lisboa – SOLENIDADE; nas outras igrejas do Patriarcado – FESTA * Na Diocese de Portalegre-Castelo Branco (Titular) – S. António de Lisboa – FESTA * Na Ordem Franciscana (Convento do Varatojo) e na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos (Convento de Barcelos) – S. António de Lisboa – SOLENIDADE * Na Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesus – S. António de Lisboa, Padroeiro principal da Congregação – SOLENIDADE * Na Congregação do Santíssimo Redentor (Ereção da Província de Lisboa – 1962) – S. António de Lisboa – FESTA * Na Congregação Salesiana – S. António de Lisboa, Padroeiro da Província Portuguesa – FESTA * Na União Missionária Franciscana – S. António de Lisboa, Padroeiro universal – FESTA * No Instituto das Irmãs de S. Doroteia – S. Paula Frassinetti, virgem, Fundadora da Congregação das Irmãs de S. Doroteia – SOLENIDADE (transferida). * Na Diocese de Santiago (Cabo Verde) – S. António de Lisboa – MO * I Vésp. do domingo – Compl. dep. I Vésp. dom.

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Santos Carmelitas