Ordenação Sacerdotal do Frei João Costa, O. Carm.

Ultrapassados ​​os sucessivos adiamentos provocados pela pandemia Covid-19, chegou, finalmente, o dia da Ordenação Presbiteral do Frei João Costa, O. Carm.

Depois da sua Profissão Solene, a 1 de dezembro de 2018, na Ordem do Carmo em Portugal (Carmelitas), e da ordenação Diaconal - o primeiro grau da Ordem dos Ministérios Ordenados -, a Cripa do Santuário de Nossa Senhora do Sameiro, em Braga , acolheu, pelas 17:30 horas do dia 9 de maio, o Frei João Costa, O. Carm. para receber a sua Ordenação Sacerdotal pelas mãos do senhor D. António Vitalino Dantas (também ele carmelita), Bispo emérito da Diocese de Beja.

Foram muitos os que se fizeram presentes: a quase totalidade dos seus confrades carmelitas, os sacerdotes da Vigararia de Felgueiras, Diocese do Porto, o Diácono Permanente Carlos Esteves, da Arquidiocese de Braga e Terceiro Carmelita, um grupo de Antigos Alunos da Ordem do Carmo , os seus familiares e grande número de fiéis de vários pontos do país, mas, sobretudo da paróquia onde iniciou a sua vida eclesial, São Paio de Figueiredo, do Concelho de Guimarães, encabeçados pelo seu Pároco, o reverendo padre Castro.

Comentando os textos da Liturgia do VI Domingo da Páscoa (Act. 10, 25-48; 1Jo. 4, 7-10; Jo. 15, 9-17), referindo-se, concretamente ao “discurso” de Pedro em casa do pagão Cornélio, o senhor D. Vitalino afirmou que Deus quer salvar a todos, sejam pensamentos ou pagãos, de qualquer raça ou cor, sejam homens ou mulheres. (…) Jesus veio para a todos salvar. (…) Para isso é preciso outros Pedros, que se deixem chamar e enviar, para anunciar o amor de Deus. É isso que estamos a fazer nesta ordenação do Frei João Costa, que ouvimos a Palavra de Deus e se disponibilizou a seguir a sua vocação através da Igreja. Por isso a Igreja e a Ordem do Carmo hoje, alegram-se com João Costa e sua família, que vê os frutos da sua missão.Alegremo-nos com eles e peçamos a Deus que mande operários para sua messe e jovens que se disponibilizam a escutar a Sua voz e chamamento. (…) O sacerdócio é uma dignidade para o serviço, o ministério; não é uma honra. (…) A vida do presbítero é um mistério da cruz do Senhor. Só unido à cruz do Senhor tem sentido.

No final da celebração, o neo-sacerdote, nas curtas palavras de agradecimento, começou por citar São João: "Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor" (Jo 15).

Disse que “permanecerá neste amor a Deus é reconhecer cada gesto de amor que Deus nos oferece através dos irmãos”.

Com sentimentos de gratidão profunda, agradeceu a proximidade, presença, testemunho, serviço e amor de todos aqueles que se fizeram presentes ao longo da sua jornada vocacional. Afirmou que cada mensagem foi ouvida, cada presença foi recebida com amor.

Deus é o motivo da sua vocação ao serviço de todos.

Pediu que continuemos a rezar por ele, confiantes de que ele não deixará de nos ter presentes nas suas orações.

 

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